Ana Cláudia Bessa

A asma e nós

Posted on 30 dezembro 2011 | No responses

Pretendo começar a falar da minha pouca experiência a respeito. Não com propriedade mas como um relato dos nossos avanços e retrocessos. Me lembro como se fosse hoje o primeiro dia que o levamos para a emergência sem termos a menor idéia de que ele estava tendo uma crise de asma e muito menos da gravidade do que poderia suceder se eu não tivesse tido a intuição de que ele não estava bem.
Até então, os diagnósticos nunca foram de asma e nunca houve uma crise, propriamente dita. Mas foi a a partir deste dia que as crises aconteceram com mais intensidade e com maior frequência. Isso foi no inverno do ano passado.
Assim como você, meu pequeno também não tem dificuldade com a inalação, hoje, até pede porque percebeu como ele melhora. O que acho que acontece e precisei de tempo para entender, é que o medicamento forte usado na inalação é a unica saída e quanto antes detectarmos o início da crise e começarmos a inalação, melhor.
Hoje, com o uso da bombinha e do espaçador , as crises melhoraram bem. Mas quando acontecem, são fortes da mesma inensidade e rápidas…em duas horas a coisa já está crítica.
Ele é alérgico e a pneumologista, indicada por todos que conheci, já recomendou a vacina alergênica para ele. Relutei um pouco, afinal, são doses e semanais por pelo menos 1 ano e meio. Mas a última crise realmente me assustou e pretendo começar este tratamento que me foi recomendado por 90% das pessoas que conheci que usaram. Saio falando com Deus e o mundo…rs
Hoje, além do acompanhamento com a pediatra homeopata (não radical – importante frisar porque o preconceito desmerece o profissional), e a pneumologista – ele faz fisioterapia respiratória que é excelente para ajudá-lo a aprender a respirar corretamente(é feliz que respira pelo nariz) e previne a deformação torácica, comum em asmáticos. e os avanços são notórios, recomendo demais. Também está na fonoaudióloga porque a dificuldade na respiração causou um pequeno atraso no desenvolvimento da fala (é comum também a asma provocar uma dificuldade na compreensão das crianças, tudo está interligado=nariz, ouvido, fala…e… desenvolvimento escolar). Por isso, não o coloquei na natação ainda, afinal, que horas essa criança vai brincar com tantos tratamentos e algumas restrições quando se percebe o início da crise, mesmo que não evolua?
Ele precisa ser feliz, também, ser criança.
E o fisioterapeuta falou a mesma coisa: piscina fria e se for aquecida, somente ao ar livre e levemente aquecida por causa da liberação de cloro.
Um dos avanços da medicina no tratamento da asma foi justamente entender que a asma é uma inflamação dos brônquios e não uma alergia pura e simples como se acreditava, prevenir a inflamação é fundamental.
Tomamos esses cuidados que você menciona como o corte da grama quando ele está fora, ausência de tapetes e inclusive, infelizmente, museu é algo muito restrito para ele: certa vez em duas horas depois da visita estávamos com ele na emergência.
Inverno(julho) é alerta máximo e setembro também.
Meu relato aqui prá você vai virar um post no meu blog…rs….

Sam, meu caçula também tem asma. Somos antenadas mesmo, sem ver seu post, postei sobre o assunto pois pretendo começar a falar da minha experiência a respeito. Não com propriedade mas como um relato dos avanços e retrocessos. http://futurodopresente.com.br/ana/2010/06/asma-na-escola/

Assim como você, meu pequeno também não tem dificuldade com a inalação, hoje, até pede porque percebeu como ele melhora. O que acho que acontece e precisei de tempo para entender, é que o medicamento forte usado na inalação é a unica saída e quanto antes detectarmos o início da crise e começarmos a inalação, melhor.

Hoje, com o uso da bombinha e do espaçador , as crises melhoraram bem. Mas quando acontecem, são fortes da mesma inensidade e rápidas…em duas horas a coisa já está crítica.

Ele é alérgico e a pneumologista, indicada por todos que conheci, já recomendou a vacina alergênica para ele. Relutei um pouco, afinal, são doses e semanais por pelo menos 1 ano e meio. Mas a última crise realmente me assustou e pretendo começar este tratamento que me foi recomendado por 90% das pessoas que conheci que usaram. Saio falando com Deus e o mundo…rs

Hoje, além do acompanhamento com a pediatra homeopata (não radical – importante frisar porque o preconceito desmerece o profissional), e a pneumologista – ele faz fisioterapia respiratória que é excelente para ajudá-lo a aprender a respirar corretamente(é feliz que respira pelo nariz) e previne a deformação torácica, comum em asmáticos. e os avanços são notórios, recomendo demais. Também está na fonoaudióloga porque a dificuldade na respiração causou um pequeno atraso no desenvolvimento da fala (é comum também a asma provocar uma dificuldade na compreensão das crianças, tudo está interligado=nariz, ouvido, fala…e… desenvolvimento escolar). Por isso, não o coloquei na natação ainda, afinal, que horas essa criança vai brincar com tantos tratamentos e algumas restrições quando se percebe o início da crise, mesmo que não evolua?Ele precisa ser feliz, também, ser criança.E o fisioterapeuta falou a mesma coisa: piscina fria e se for aquecida, somente ao ar livre e levemente aquecida por causa da liberação de cloro.

Um dos avanços da medicina no tratamento da asma foi justamente entender que a asma é uma inflamação dos brônquios e não uma alergia pura e simples como se acreditava, prevenir a inflamação é fundamental.

Tomamos esses cuidados que você menciona como o corte da grama quando ele está fora, ausência de tapetes e inclusive, infelizmente, museu é algo muito restrito para ele: certa vez em duas horas depois da visita estávamos com ele na emergência.

Inverno(julho) é alerta máximo e setembro também.

Meu relato aqui prá você vai virar um post no meu blog…rs….

http://futurodopresente.com.br/ana/2010/06/asma-na-escola/

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ah…os filhos

Posted on 21 novembro 2011 | No responses

O mais novo perdeu seu segundo dente. Conseguimos tirar antes que que ele engolisse como aconteceu com o primeiro dente. :)

O mais velho perguntou onde era meu pinto. Disse que não tinha ele responde: tem sim! Só q pqnininho. #morri

#frasedodia Mamãe, vou deixar esse restinho aqui prá mosca comer. O.O #vidademae

Mãe, o que eu faço:? – Eu: Vai ler um livro! Ele foi. #educandocomdialogo …rs…

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Presentes “eu que fiz”

Posted on 20 outubro 2011 | No responses

Eu adoro artesananto. aprendi neste fim de semana um bordado com fitas e já fiz para dar de presente no dia das professoras!

 

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Nostalgia da nossa infância?

Posted on 5 outubro 2011 | No responses



Eu não gosto desse negócio de “como era ser criança na minha infância” porque infelizmente e felizmente, o mundo mudou. Piorou, mas melhorou em muitas coisas também. Cada um no seu tempo. A infância dos meus pais pode ter sido mil vezes mais legal que a minha, na opinião deles. Mas eu gostei de viver no meu tempo e luto para que meus filhos tenham boas lembranças do tempo deles. Não dos meus.

 

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4 anos e fofuras

Posted on 17 setembro 2011 | No responses

#aos4

Meu filho doido prá sair de casa: mãe, vamos comprar maçã? #amomuito

Mamãe, meu pai vai tomar banho em mim! (filhote dizendo que o pai ia dar banho nele). :0)

 

#aos5

filhote contando: oitavo, nômino, décimo, décimo-onze, décimo doze… #amomuito

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Mãe, filho e sexo

Posted on 6 setembro 2011 | No responses

 

“Mãe é dúvida.

As perguntas são escassas mas vamos intuitivamente dando ingredientes para que nossos filhos montem seus quebra-cabeças sobre o assunto mais falado do mundo.

O que a gente quer é que sejam capazes de amar e serem amados da melhor forma possível. Só.

Mãe quer tudo. E não pode tudo. Por isso é dúvida. Ponto final.”

trecho do livro “Travessuras de Mãe” da Denise Fraga  (ganhei o livro do primo dela e sua esposa, que são grandes e queridos amigos)

 

[imagem: getty images]

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Começando a semana…

Posted on 15 agosto 2011 | No responses

Todo mundo tem suas incoerências, isso é normal, aceitável e bom. Só não podemos aceitar que as incoerências se confundam com covardia e hipocrisia. Há que se ter coragem, há que se ter honra, há que ser firme e assumir o que faz.

(frase minha)

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A gente paga, mas não leva

Posted on 6 agosto 2011 | No responses

Mais um post que me lembra o blog Coma com os olhos. Fui tomar este “Tea” numa padaria bacanosa perto de casa e a decepção foi de cara. Olha a foto ao fundo e olha o que recebi. E o sabor, bem…não era lá essas coisas…

Não reclamei porque ando meio cansada de reclamar de tudo mas não peço mais. Aliás, depois desse dia, nunca mais voltei à padaria. Inconsciente mesmo. As empresas não tem noção do quanto devem perder. Se tivessem, não fariam isso.

Tá, tem muita empresa que faz isso e vende horrores como o MacDonald’s mas isso é algo que realmente, eu não sei explicar e me horrorizo quando vejo a fila enorme nos caixas ou de carros no drive-tru. e não nego que vou lá de vez em quando. mas é isso mesmo, de vez em quando, tipo, a cada 2 meses…quando muito. Aquela fila não é de quem vai lá tão pouco. E quando vou, reclamo, como no dia que a fatia do hamburguer parecia de papel , de tão fina.

Enquanto a gente não boicotar, as empresas não vão mudar.

Tá, meu boicote isolado não surtirá efeito nenhum. Mas alguém tem que boicotar e contar isso pros amigos. Quem sabe mais gente não se empolga e boicota também? Sem contar, que o boicote faz bem à você. Isso já é motivo suficiente. :)

 

 

 

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Eu amamentei EXCLUSIVAMENTE até o oitavo mês!

Posted on 3 agosto 2011 | No responses

e amamentei, não exclusivamente, até 2 anos e meio. Mais que o recomendado pela OMS que é até 2 anos. O desmame foi tranquilo e expontâneo. :)

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Este sobrenome dá brincadeiras á beça!

Posted on 31 julho 2011 | No responses

Ter o sobrenome BESSA , significa ouvir trocadilhos a vida toda….rs…

Sendo assim, achei este curioso texto que saiu na na coluna Sobre Palavras de Sérgio rodrigues na revista Veja que conta ou tenta contar a origem dessa expressão!

_______________

‘À beça’ tem história à beça

 

Uma historinha etimológica que goza de popularidade há décadas atribui a origem da expressão “à beça” (que significa em grande quantidade ou intensidade, em profusão), locução adverbial exclusiva do português brasileiro, ao sobrenome do jurista sergipano Gumercindo Bessa (1859-1913), que ganhou em certo debate público com Rui Barbosa – do qual saiu vitorioso – a fama de ser uma cornucópia de argumentos.

No segundo volume de “A casa da mãe Joana”, o título mais vendido da leva de almanaques de curiosidades etimológicas que inundaram as livrarias brasileiras alguns anos atrás, Reinaldo Pimenta compra essa tese pelo valor de face. “Posteriormente, mas não muito”, afirma, “Rodrigues Alves (presidente do Brasil de 1902 a 1906) diria a um cidadão que lhe apresentava um pedido com justificativas infindáveis: ‘O senhor tem argumentos à Bessa’. A partir daí, popularizou-se a expressão à beça…”

Provavelmente não foi nada disso. A teoria Bessa é curiosa, mas filólogos sérios sempre lhe negaram crédito. O dicionário Houaiss – que esconde em letrinhas miúdas um show de compilação etimológica a cada verbete – lista algumas teses de maior prestígio para explicar a expressão, registrada pela primeira vez em torno de 1910. Invoca João Ribeiro, que viu em “à beça” relação com a palavra arcaica “abesso” (sem ordem), e menciona a acolhida que teve durante muito tempo entre os sábios a tese de uma obscura origem africana ou tupi – explicação, aliás, para a grafia oficial com cê-cedilha. Mas acaba revelando certa inclinação pela expressão francesa à verse (em quantidade), que também me parece a origem mais provável, não só pela perfeita coincidência semântica como pelo fato de termos, na época, uma cultura letrada maciçamente francófila.

O problema, para a etimologia de almanaque e seu gosto pela anedota fácil, é que tudo isso soa confuso à beça.

 

[origem: http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/curiosidades-etimologicas/%E2%80%98a-beca%E2%80%99-tem-historia-a-beca/ ]

[imagem: gettyimages]

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