E eu faço 7 anos de carreira!
Posted on 22 julho 2011 | No responses
Reflexão pessoal
Posted on 8 julho 2011 | No responses
Quem dá ao povão, o que o povão quer, não pode querer que o Brasil mude, não é?
E isso vale para tudo:
programação televisiva,
política,
publicidade,
desenvolvimento de produtos,
educação…
Sr. Profissional, pense nisso.
[imagem: http://versesstare.blogspot.com/]
As conquistas femininas realmente existem?
Posted on 23 junho 2011 | No responses
Eu nunca me considerei feminista, mas a maternidade despertou esse bichinho de forma irreversível em mim. Não o feminismo de queimar sutiãs, mas o feminismo feminino, de entender que sou mulher, sou diferente e qual o meu papel, como a sociedade me vê e como eu me posiciono diante dela. Acima de tudo, como fazer diferença e obter respeito por minhas escolhas tendo as mesmas oportunidade e direitos num mundo tão machista.
Lendo o livro O SEGUNDO SEXO de Simone de Beauvoir encontrei a seguinte e interessante afirmação que serve para que todas nós pensemos a respeito:
(…) Elas são mulheres em virtude de sua estrutura fisiológica, por mais longe que se remonte na história, sempre estiveram subordinadas ao homem: sua dependência não é uma consequência de um evento ou de uma evolução, ela não aconteceu.
(…)
… a ação das mulheres nunca passou de uma agitação simbólica; (grifo meu) SÓ GANHARAM O QUE O QUE OS HOMENS CONCORDARAM EM LHES CONCEDER, ELAS NADA TOMARAM, ELAS RECEBERAM.
—-
Diante disso, me foi impossível não pensar na Dilma e no quanto sua ascenção à Presidência da República não foi uma conquista feminina ou dela como mulher e profissional. Foi uma concessão, feita por um presidente homem que simplesmente viu nela uma boa chance de manter-se mesmo que indiretamente no poder. Isso não diminui o acontecimento de ter uma mulher como PRESIDENTA, nem o leque de possibilidades que isso pode significar (espero verdadeiramente) mas não nos impede de repensar sempre nossa condição feminina na sociedade e da possível ilusão de que estamos fazendo conquistas, quando na verdade, podemos não estar conquistando nada.
O que a gente leva
Posted on 15 junho 2011 | No responses
Eu sou fã do Rei do Mate e vamos muito lá com as crianças como uma opção de aos fast food gordurentos tradicionais.
Mas na última vez que fomos, me lembrei do blog Coma com os olhos e fotografei o Copão de pão de queijo. Fiquei decepcionada. Mas como eu não sou de ficar reclamando ao vento, sempre contacto a empresa, assim o fiz e deixei uma mensagem no blog deles no intuito de mostrar o quanto essa postura pode desagradar o consumidor. Afinal, ninguém gosta de se sentir enganado e é isso que essas fotos fazem. E a resposta é não, aos que se perguntaram: ninguém me respondeu ou me contactou.

Muito trabalho, thanks God!
Posted on 25 maio 2011 | No responses
Queria tanto escrever mais, ter mais tempo para trocar idéias! É tanta coisa para falar….
Blogar gerou tantas coisas em minha vida que ando sem tempo de blogar.
Mas vontade nunca falta, inspiração nunca falta. Tempo é ouro.
Mas vão aí umas notas do que ando fazendo:


O presente maior
Posted on 7 maio 2011 | No responses
Quem joga os filhos no lixo?
Posted on 2 maio 2011 | 1 response
Novamente recebemos pela imprensa a notícia de mais uma criança jogada no lixo, abandonada na rua, jogada num rio. Isso acontece todo o dia, provavelmente muito mais do que as notícias que chegam a nós. Mas algo me chama atenção: essas reportagens falando das mães que abandonam os filhos: NINGUÉM PERGUNTA DO PAI. Só a mulher é criminosa?
Não estou defendendo essa mulher que joga, nem poderia, mas os homens saem engravidando mulheres por aí.
…sozinha, sem educação, sem base familiar, sem dinheiro, ela vai e joga a criança fora….
Recentemente, li no twitter: “A louca que largou o bebê na lixeira, pode tb ter abandonado outros 2 filhos”!
E imediantamente perguntei e me perguntei: e o pai, cadê? Só ela é maluca? Quantas malucas ele engravidou por aí?
De quantos homens uma mulher engravida por ano? Um, se muito…quantas mulheres um homem engravida num ano? Não há limites. Nem o céu é o limite. Partindo-se deste princípio, quem tem que ter mais juízo? Os dois. Mas porque a mulher é tratada como a única vilã se ela expõe muito menos crianças a essa violência do que os homens? Se ela tem menos filhos que os homens, se elas abandonam menos do que os homens?
O homem aborta os filhos já na gravidez quando abandona a mulher. Isso não é aborto? Ele se preocupa com o que vai acontecer com a criança? Ele não joga no rio, mas deixa para que ela o faça!
A mulher que abandona os filhos é criminosa, o homem que abandona a mulher, abandona os filhos também. Criminoso idem! E a maioria delas é unânime: engravidaram e foram abandonadas, estão sozinhas, desesperadas.
Ok, nada justifica. Mas por que nada justifica somente para a mulher?
Nada deveria justificar que eles abandonem a mulher grávida!
Tá na hora de responsabilizar os homens pelas gravidezes. Culpar SÓ mulher é mole! Joga pedra na Geni! Estou cansada de ver isso acontecer repetidamente, como se filho fosse feito com o dedo.
Pelo que li a “maluca” tinha seis filhos…. cadê o governo que não orientou essa mulher a fazer ligadura quando foi ter seus filhos? Ela foi tendo filhos e ninguém chamou o(s) pai(s) à responsabilidade? São registrados? Cadê? Cadê o pai, minha senhora? Cadê a responsabilidade de todo mundo nisso?
É revoltante porque ela está sendo apedrejada sozinha. Cadê o “reprodutor” que transou sem camisinha?
Além disso, é fato: a mulher RARAMENTE abandona os filhos. Já os homens……………..deixam para elas resolverem a gravidez indesejada. Mole, não tá na barriga deles.
O que vejo é SÓ mulher cheia de filhos andando pela rua. Se ela está cheia de filhos, o cara que os fez tá cheio de mulheres, cheias de filhos? Sim, pode estar. Vai fazendo e vai abandonando.
Os dois são culpados, os dois. E se nada justifica que uma mulher jogue uma criança no lixo, que nada justifique que o homem abandone uma mulher grávida de um filho que é dele: que precisará comer, vestir, estudar e a mãe, ainda trabalhar para manter tudo isso, já que ele , muito comumente, dá linha na pipa, como se diz.
Ah, ma parece que agora o pai apareceu e disse que vai cuidar da criança. E antes? Ele prova que não abandonou ou vai só posar de bonzinho agora? PORQUE NINGUÉM QUESTIONA ISSO DELE?
Mas parece que ele é casado e tem 4 filhos… E disse que foi só um “casinho”. Quantos casinhos esse infeliz teve por aí e saiu abandonando? Tinha que colocar na cadeia até provar que fez o que tinha que fazer.
Quando uma mulher comete um ato insano como esse, tem que analisar todo o contexto, as causas, não só a consequência. OU CONTINUAREMOS A VER ESSES CASOS SE REPETIREM. E vamos ficar vendo indignação inócua da sociedade que não resolve nada.
Quem é o pai? A mulher sabe quem é (e daí, tem que saber)? Ele sabia da gravidez (ele vai dizer que não sabia, claro, mas e daí, transou, não transou?) Por que ela não o procurou, se não o fez? Ele deu suporte? Ambos tem emprego? Tem outros filhos? Casados? Qual o histórico familiar do casal?
É todo um contexto que simplesmente me impede de tacar pedra nessa mulher como se ela fosse única algoz.
AÍ SIM, DEPOIS DE LEVATAR TUDO: Vamos agora aos crimes cometidos e às responsabilidades devidas. DO CASAL. Pode ter atenuantes para a relevância das responsabilidades de cada um, mas ambos são responsáveis de alguma forma e ponto.
Quem sabe assim, homens e mulheres começam a ter mais responsabilidade sobre a vida das crianças que venham a gerar.
Ninguém está querendo dizer com que uma pessoa deve transar ou não, mas se essa pessoa não se previne e gera uma criança, o papo muda de figura e o casal envolvido passa a outro patamar de responsabilidades.
Teve relações? Então , amigos, fiquem atentos, mulher e homem agora são responsáveis pelos filhos que gerarem, independente de qualquer coisa. Vão ter que e explicar muito direitinho para que OS DOIS não parem na cadeia por tentativa de homicídio ou abandono de incapaz. E rezar para a criança sobreviver, porque se morrer, é homicídio doloso, com intenção de matar. Crime inafiançável.
É fácil abandonar a mulher, é fácil colocar a culpa só na mulher.
Laqueadura, pílula, aborto….só as mulheres é que pagam o pato da concepção? E acham que reclamar é feminismo?
É preciso parar de falar só em laqueadura e mas também em VASECTOMIA em homens com determinada condição social e determinado número de filhos porque homens engravidam mais mulheres que mulheres engravidam de homens.
Não falo de castração indiscriminada, falo de orientação e educação para uma sociedade responsável.
Precisamos exigir que o governo cuide mais desses casos e crie um programa de assistência e de leis para esses casos. Não adianta ficar horrorizado, não adianta ficar fazendo reportagem para mostrar o que já estamos cansados de ver!
Queremos uma solução para que a sociedade cuide desses casos cada dia mais frequentes e que o jornalismo faça a sua parte de cobrar publicamente e em grande escala o que deve ser cobrado e não apenas ficar fazendo sensacionalismo óbvio com essa desgraça que vende jornal e dá audiência.
Até porque, sensacionalizar isso pode muito bem dar idéias ruins para quem já não tem nada na cabeça. E aí, quem é que joga a criança no lixo, só a mãe? Ou além do pai, a sociedade também contribui a que esses casos se repitam?
Então, esse é meu desabafo e convido à todos a escreverem sobre o assunto. Vamos colocar este debate na rede. Se concordou e quer replicar meu texto, fique à vontade, basta fazer o link para este post informando a autoria.
Quem tem medo de gripe?
Posted on 28 abril 2011 | No responses
O texto abaixo é de 2009 mas sem dúvida nos remete à reflexão diante da nossa postura perante a atual política médica adotada em nosso país e no mundo. Devemos aceitar tudo sem questionar? Devemos parar para refletir no que devemos de fato fazer?
Aceitar pode significar que estamos colocando nossa responsabilidade na mão do outro? E que isso nos gera um certo conforto?
Qual será o reflexo dessas posturas no futuro?
Estamos prevenindo, remediando ou agravando o quadro no futuro?
A era das pandemias e a desigualdade
SUELI DALLARI e DEISY VENTURA
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Tratar essa pandemia gripal como espetáculo pontual é um equívoco. As pandemias vieram para ficar e suscitam dois debates estruturais
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O MUNDO está diante das primeiras “pestes globalizadas”, cuja velocidade de contágio, sem precedentes, é inversamente proporcional à lentidão da política e do direito.
A aceleração do trânsito de pessoas e de mercadorias reduz os intervalos entre os fenômenos patológicos de grande extensão em número de casos graves e de países atingidos, ditos pandemias. Assim, tratar a pandemia gripal em curso como um espetáculo pontual é um grande equívoco.
As pandemias vieram para ficar e suscitam ao menos dois debates estruturais: as disfunções dos sistemas de saúde pública dos países em desenvolvimento e a inoperância da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Na ausência de quebra de patentes de medicamentos e de vacinas, perecerá um grande número de doentes que, se tratados, poderiam ser salvos. O mundo desenvolvido terá então, deliberadamente, deixado morrer milhões de pobres.
Sob fortes pressões políticas, a OMS tem divulgado com entusiasmo doações de tratamentos e descontos aos países menos avançados na compra do oseltamivir, o famoso Tamiflu, fabricado pela Roche, até então o único tratamento eficaz contra o vírus A (H1N1). Mas essa pretensa generosidade é absolutamente insignificante diante da possível contaminação de um terço da humanidade.
A apologia do Tamiflu tem levado milhares de pessoas à compra do medicamento pela internet ou a cruzar fronteiras para obtê-lo em países vizinhos. O uso indiscriminado do medicamento deve ser combatido com vigor, tanto pela probabilidade de consumo de produto falso quanto por fazer com que rapidamente o vírus se torne resistente também ao oseltamivir, o que ocorreu em casos recentes. Ainda mais grave: as constantes mutações do vírus tornam o mundo refém da indústria de medicamentos.
A OMS deve operar para que paulatinamente os Estados assumam o leme, com todos os custos que isso implica, do investimento em pesquisa ao serviço de saúde pública.
O direito não pode ser desperdiçado: o Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, negociado no âmbito da Organização Mundial do Comércio, criou a licença compulsória, dita quebra de patente, para, entre outros casos, os de urgência.
Ora, pode ocorrer algo mais urgente do que uma pandemia?
No entanto, quebrar a patente do Tamiflu, embora imprescindível, é apenas uma ponta do iceberg. É preciso que os Estados desenvolvam as condições para produzi-lo.
O mesmo ocorre em relação à insuficiência de kits para diagnóstico: com a progressão da pandemia, é provável que não sejamos capazes sequer de contar os mortos, ou seja, aqueles que comprovadamente foram vítimas desse vírus.
A prevenção da doença traz um problema adicional, que é a pressa: os mais nefastos efeitos da vacina contra o A (H1N1) ocorrerão nos primeiros países a generalizá-la, que serão, infelizmente, os latino-americanos, até agora os mais atingidos pela doença.
Assim, a deplorável desigualdade econômica mundial distribui também desigualmente o peso das urgências sanitárias. Os pobres portam o fardo mais pesado, eis que a pandemia gripal vem juntar-se a outras doenças endêmicas, como paludismo, tuberculose e dengue, cuja subsistência deve-se às adversas condições de trabalho e de vida, sobretudo em grandes aglomerações urbanas, não raro em condições de habitação promíscuas, numa rotina que favorece largamente a contaminação.
Caso o fenômeno se agrave, novas restrições, além do controle do Tamiflu, podem ser necessárias, a exemplo da limitação de reuniões públicas e aglomerações, que já foi adotada em países próximos, como a Argentina.
A pandemia pode trazer, ainda, a estigmatização de grupos de risco ou de estrangeiros, favorecendo a cultura da insegurança, pois o medo é tão contagioso quanto a doença.
Por tudo isso, urge revisar o papel da OMS no sistema internacional e retomar o debate sobre a criação de um verdadeiro sistema de vigilância epidemiológica no Brasil, apto a regular a eventual necessidade de restrições a direitos humanos e a organizar a gestão das pandemias com a maior transparência possível.
Caso contrário, seguirá atual o que escreveu Albert Camus, em 1947, no grande romance “A Peste”: “Houve no mundo tantas pestes quanto guerras. E, contudo, as pestes, como as guerras, encontram sempre as pessoas igualmente desprevenidas”.
[fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz3107200908.htm]
carta aberta às mães e pais
Posted on 13 abril 2011 | No responses
Que futuro terão nossos filhos?
Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?
Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.
Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,
temos de começar pelas crianças. Gandhi
O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?
Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.
O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?
Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!
Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.
Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.
Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!
Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.
Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!
Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.
Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br
Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com
Letícia Dawahri
Luciana Ivanike www.lucianaivanike.blogspot.com
Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com
Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com
PARTICIPE TAMBÉM DESTA BLOGAGEM COLETIVA. PUBLIQUE ESTA CARTA E CONVIDE SEUS AMIGOS E AMIGAS BLOGUEIRAS PARA QUE FAÇAM O MESMO. MANDE POR E-MAIL, IMPRIMIA E ENTREGUE NA ESCOLA DE SEU FILHO PARA SER DISTRIBUÍDA AOS OUTROS PAIS. vAMOS CRIAR ELOS NESTA CORRENTE DO BEM.
Pára o mundo, quero descer.
Posted on 5 abril 2011 | No responses
Quando nos vivemos num mundo onde um homem joga um carro violentamente contra um grupo de ciclistas e os atropela propositadamente, quando um casal que tem 3 filhos por inseminação artificial resolve escolher apenas as saudáveis para criar, quando jovens se espancam dentro de uma faculdade apenas para humilhar o colega… é sinal de que há muita coisa muito errada no mundo.
Como serão as crianças que estamos criando hoje?
Como queremos que elas sejam?
Esses adultos de hoje foram criança um dia. Como foram criados, quais foram os valores passados?
Onde os pais erraram?
Onde a sociedade errou?
Onde a escola errou?
Onde o governo errou?










@anaclaudiabessa


