Pequenas atitudes

p1040171pQuando a gente se pergunta o que podemos fazer hoje pelo meio ambiente, sempre dá aquela sensação de que não podemos fazer nada num primeiro momento.

Um coisa importante, é mudarmos nossos hábitos pessoais, em primeiro lugar.

Existem muitas medidas simples que podemos tomar sem fazer muito esforço mas que geram muito resultado em nossa vida e inspiram muitas outras mudanças comportamentais importantes.

Podemos , por exemplo, desperdiçar menos os alimentos. Muitos ainda estão em condições de serem consumidos e jogamos fora porque não apresentam mais as características de produtos frescos. Só precisam ser “transformados”.

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Aqui em casa é muito comum comermos pão “dormido” na chapa. Qualquer pão serve. Eles voltam a ficar macios e adquirem novo sabor e textura, diferentes do pão fresco mas não menos gostosos e agradáveis de serem consumidos! Aqui, por exemplo, tá a foto de uns pães de queijo que sobraram de um dia para o outro. Na chapa, além de macios, ficam crocantes!

E aquelas moscas chatas?

Aqui em casa, a gente mata com aquela raqueta boa, barata  e velha conhecida da época dos nossos pais, quiçá avós. Além de ser reutilizada infinitas vezes, não polui com produtos químicos e suas embalagens vazias (creio eu, não recicláveis por conterem produtos tóxicos) e é barata: R$1,99 em qualquer lojinha do ramo!

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E as embalagens de requeijão, vão pro lixo?

Por que não usá-las para acondicionar (pequenas) sobras de alimentos?

Sendo reutilizadas, elas não geram lixo e ainda evita que compremos

potes plásticos para acondicionar alimentos.

Viu, dá para começar hoje!

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Voto Consciente

naoreeleja

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Volta às aulas sem consumismo

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Ainda dá tempo!

Não comprou ainda a bolsa escolar dos filhos?

Pensou numa alternativa diferente das caras mochilas infantis que tanto estimulam o consumismo infantil?

Feita de material reciclado, incentiva o consumo consciente pois se apresenta com uma alternativa às caras mochilas de marca e personagens de desenho animado. Inclusive porque, como estudos já comprovaram, as mochilas de rodinhas prejudicam a coluna e a postura da criança. Principalmente para as crianças em idade pré-escolar que levam pouco material para a escola diariamente. Conheça nossas bolsas!

Vamos dar às nossas crianças alternativas diferenciadas, saudáveis e simples e que estimule-os desde pequenos a não se render aos apelos de marketing da mídia que nos levam ao consumo desenfreado de bens de consumo.

Faça diferente.

Bolsa Escolar Infantil

40% poliéster

reciclado


http://www.futurodopresente.com.br

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Sacos reciclados para presente!

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Já conhece nossas embalagens para presente?


Atendendo a pedidos, agora temos embalagens para presente!

O bacana é que elas são reutilizáveis e feitas de feitas de retalhos de tecido PET.

Tamanhos P, M, G e GG

As medidas de cada tamanho podem ter alguma variação para mais ou para menos devido ao tamanhos dos retalhos utilizados.

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E cada peça é única pois são feitas artesanalmente, uma a uma, usando os retalhos disponíveis e que não teriam utilidade.

Mais uma forma de reaproveitar e de presentear nossos amigos com uma embalagem ecológica e diferente!

Dê um presente ecológico e reciclado até na embalagem do presente!

www.futurodopresente.com.br

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Nosso grupo no Flickr

Participe, entre no nosso grupo no Flickr

http://www.flickr.com/groups/futurodopresente

flickr_-futurodopresente

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Leitura em família

cadeira_leiturafamilia

Sinceramente não lembro onde peguei essa foto e mexendo nos meus arquivos, a encontrei.

Ela não é demais?

Que vontade de ter uma!

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Teatro: Charlie e Lola, a peça

p1070607pFérias escolares e precisamos levar a criançada para se divertir. Melhor ainda quando o programa pode ser feito em família!
Neste final de semana fomos ver Charlie e Lola, a peça e simplesmente adoramos.
Claro que as crianças adoram Charlie e Lola mas eu adoro muito mais….rs
Eu não havia lido nada a respeito da peça na mídia e preferi me manter na surpresa porque realmente fiquei na expectativa sobre como seria feita uma peça de teatro baseada num desenho tão peculiar que mais parecem colagens e desenhos feitos à mão livre.
Bem, meu desafio agora é contar como foi sem contar como foi porque eu não quero contar como foi…rsp1070628p

Eu ainda não tinha ido ao espaço Rio Sul e me surprendi com a simplicidade. Parece um espaço improvisado, sem luxo, mas confortável. Para mim, em nada incomodou, pelo contrário. É a prova de que as coisas podem ser simples e improvisadas e mesmo assim, serem boas. O importante é realizar. Senti falta de lixeiras e no lugar que ficamos -à extrema direita do palco,quarta fileira- algumas poucas cenas, mais no canto, não eram visíveis.

p1070611pA peça é baseada nos livros da inglesa Lauren Child foi trazida para o Brasil por Luciano Huck (@huckluciano) e Angélica (@angelicaksy), pais de crianças de pequenas como eu!
E eu sempre me impressiono com as mudanças que as crianças promovem na nossa forma de ver o mundo. Tenho certeza de que eles, como pais, devem gostar do desenho tanto quanto eu gosto. E não podemos deixar de preferir nossos filhos assistindo criações educativas como essa. Charlie e Lola é sem dúvida, um dos melhores desenhos atualmente: educativo, criativo, saudável, inteligente, divertido e lúdico, muito lúdico. É uma pena que ele não passe na TV aberta. #ficadica :) p1070608p

A história contada na peça tem um tema muito legal que todos os pais e crianças vão se identificar e como sempre tem aquela gracinha do Charlie cuidando da irmã menor.
A encenação é feita exatamente como no desenho e quando a gente assiste no teatro, a coisa fica meio 3D porque a peça tem trechos em que realmente as coisas acontecem na platéia.
p1070612pTodas aquelas viagens deliciosas da Lola acontecem na peça de forma a reproduzir o que a gente vê nos desenhos - tem até o amigo imaginário da Lola , o Soren Lorenson- e tudo é muito artesanal e cheio de delicadezas. Bonito, criativo e lúdico.

As crianças se divertiram e meu marido que nunca tinha assistido o desenho ficou maravilhado.
Eu me surpreendi o tempo todo com aqueles bonecos que pareciam que tinham vida…mexiam os olhos, se movimentavam, e tudo tinha aquele toque de artesanal de desenhos em risco, colagens e tecidos, texturas e cores.

Foi uma experiência encantadora.

p1070627pCharlie e Lola, a peça – Da TV para o Teatro
Endereço: Espaço Rio Sul Cultura e Entretenimento (Shopping Rio Sul)

Rua Lauro Muller, 116 - G3 -  Botafogo - Rio de Janeiro

Tel.: (21) 3527-7257
Horário: quarta a sexta, às 17h; sábado, às 16h e às 18h30; domingo, às 15h e às 17h
Até 31 de janeiro
Preço: R$ 50 (inteira)

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p1070614pPost patrocinado: Recebemos 4 convites para a família e tivemos, como sempre fazemos questão, toda a liberdade para escrever nossa real impressão e opiniões.

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Crianças ainda tratadas como gado

pedofilia-denuncie

Conselho do MEC recomenda entrada no 1° ano de crianças com seis anos

“Em resolução publicada nesta sexta-feira no “Diário Oficial da União”, o CNE (Conselho Nacional de Educação) determinou que 31 de março é a data limite para que as crianças que vão entrar no 1º ano do ensino fundamental completem seis anos. (…) ”

Me impressiona como é tacanha um sistema de ensino que não permite à criança capacitada avançar.

As crianças devem ser avaliadas por sua capacidade e não pela sua idade.

O que justifica uma criança apta a ser alfabetizada a se manter na pré-escola?

E o pior: num mundo como o nosso, podemos nos dar ao luxo de atrasar e desestimular crianças?

Nos coloquemos no lugar dessa criança capaz, mantida em algo inferior à sua capacidade.

O que ensinamos às crianças desde cedo a não ser a desmotivação logo cedo a impedindo de avançar?

Está na hora do sistema de ensino rever seus conceitos e avançar junto com o mundo,empreender não é tolir capacidades.

É hora do sistema de ensino parar de tratar as crianças como gado e começar a desenvolver potencialidades individuais. Porque somos seres individuais com necessidades, capacidades e potencialidades diferentes.

Não é justo com a criança e nem educativo mantê-la num projeto de ensino inferior à sua capacidade somente por causa da idade. Isso é castração do seu desenvolvimento dinâmico e espontâneo, isso é desmotivador, isso atrasa suas conquistas, desmotiva seu desenvolvimento futuro.

Cabe ao professor e não à faixa etária, a autoridade para definir se a criança está pronta para dar uma passo adiante em seu desenvolvimento escolar.

Se o professor não estiver apto, aí é outra história. Tão grave quanto atrasar o aluno.




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Overdose de rosa?

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Encontrei este texto no blog Shoujo-cafe de Valéria Fernandes e vale para nossa reflexão sobre o que estamos permitindo ao consumo de nossos filhos e sobre as implicações ou consequências de nossas escolhas. As escolhas das crianças são dos pais, afinal, somos nós que pagamos a conta.
O comércio tem sua culpa porque nem sempre dá opção de outras cores, mas não podemos esquecer do que rege a lei de comércio: a procura. Os pais consomem o rosa para meninas.
O comércio vai nos dar a opção que aceitarmos, ou vai decidir por nós.
A moda determina o que consumimos? Simples assim?
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A volta do cor-de-rosa

Mirian Goldenberg *, Jornal do Brasil

RIO - Aos domingos, gosto de caminhar na orla das praias de Ipanema e Leblon observando os corpos dos cariocas. O que estes corpos falam sobre uma cultura em que o corpo é um verdadeiro capital?

Com essa ideia na cabeça, e um papel e uma caneta na mão, tento decifrar que tipo de cultura está representada nos corpos observados. Nestas caminhadas antropológicas, o que mais me chama a atenção é a monocromia que reina nas roupas e acessórios das meninas. Quase todas estão de cor-de-rosa, da cabeça aos pés. O rosa não é apenas a cor das Barbies (cujo site tem como slogan Viva o rosa!) mas também dos vestidinhos, camisetinhas, bermudinhas, calcinhas, biquininhos, bolsinhas, sapatinhos, meinhas, enfeitinhos, lacinhos, pulseirinhas etc. Além do rosa, chama a atenção o excesso do uso do diminutivo das mães quando falam com e de suas filhas.

Comentando, tempos atrás, este fenômeno monocromático com a minha editora Ana Paula Costa, ela, muito empolgada, sugeriu que eu escrevesse um livro com o título: A volta do cor-de-rosa. A ideia seria a de retratar o fenômeno de uma nova geração de meninas extremamente românticas, melosas e açucaradas. Meninas cor-de-rosa. Chegamos à conclusão de que o rosa representa um modelo feminino que parecia ter sido completamente abolido nos anos 70 pelas mulheres que desejavam ser meio Leila Diniz: livres, fortes, poderosas, sexualmente ativas, donas do próprio corpo.

Nas minhas caminhadas percebo que, enquanto as meninas estão de rosa da cabeça aos pés, os meninos vestem roupas azuis, verdes, amarelas, vermelhas, cinzas, marrons, pretas, roxas, laranjas, lilás, brancas etc e até, algumas vezes, rosas. E eles não são apenas mais livres nas cores que usam mas, também, correm, brincam, gritam, jogam, se sujam e se machucam muito mais do que elas.

A comparação entre as cores e as brincadeiras de meninos e meninas sugere que faltará a elas, quando mulheres, algo fundamental: liberdade. Liberdade que, na minha pesquisa com indivíduos das camadas médias cariocas, elas afirmam invejar nos homens. Enquanto eles dizem que não invejam nada nas mulheres.

Quando brincam de casinha com suas Barbies cor-de-rosa, as meninas estão aprendendo a ser um tipo de mulher que, provavelmente, terá o mesmo tipo de sonho em um futuro não tão distante. Elas estão aprendendo a ser românticas, dependentes, delicadas, preocupadas com a aparência, mulheres que gastarão inúmeras horas em salão de beleza pintando as unhas do pé e da mão de rosa, comprando roupas e sapatos, cremes e maquiagens, obcecadas com dietas para emagrecer, com cirurgias plásticas, botox, e que, apesar de adultas, continuarão tendo fantasias com o príncipe encantado, que pagará as contas e resolverá todos os problemas.

Muitos pesquisadores já analisaram esta nova/velha mulher que, cansada do mundo competitivo do trabalho e das responsabilidades sociais, sonha em “voltar para a casa e se dedicar ao marido e aos filhos”. Sonho cada vez mais difícil de realizar e, talvez por isso mesmo, cada vez mais presente entre as brasileiras, uma espécie de nostalgia de um tempo perdido em que o papel feminino estava restrito ao de esposa e mãe.

Recentemente, descobri o blog PinkStinks (Rosa é uma droga), em que duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de pinkification (rosificação) das meninas: a onipresença da cor rosa no universo feminino. Elas acreditam, como eu, que o fenômeno vai muito além da cor. O site diz que a cultura do rosa, imposta às meninas desde o berço, é baseada no culto da beleza, no corpo, na aparência, na magreza, em detrimento da inteligência. Apesar de parecer inofensiva, continua, o rosa simboliza uma cultura de celebridade, fama e riqueza, obcecada pela imagem, que pode aprisionar e limitar as aspirações das meninas sobre o que podem ser e realizar quando se tornarem mulheres.

Se o corpo e a roupa falam algo sobre a nossa cultura, o que o rosa está falando sobre estas futuras mulheres? Estaria falando de um tipo de representação de gênero que associa a mulher à delicadeza, doçura, fragilidade, fraqueza, inferioridade, submissão? De mulheres cujo principal objetivo é conquistar um marido? De mulheres dependentes que precisam da proteção de homens fortes e poderosos? Estaria falando da clássica dominação masculina, que transforma meninas em mulheres cor-de-rosa?


* Mirian Goldenberg é antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora de ‘Toda mulher é meio Leila Diniz’ (Ed. BestBolso). 17:20 - 09/01/2010
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Enquete: Você tem hábitos ecológicos e sustentáveis?

051669Encerramos nossa enquete. No total tivemos a participação de 212 respostas num período de 60 dias.

E a maioria respondeu: Sim, acho fundamental para um futuro melhor. 43% (91 votes)

O que nos deixou muito animados e tristes ao mesmo tempo porque não chegamos a 50% dos que responderam.

Em compensação dois grupos que corresponderam a 44% dos que responderam se mostraram já tentando mudar de hábitos, o que é maravilhoso e pode significar um aumento considerável de pessoas com hábitos ecológicos em sua rotina.

Sim, vou absorvendo novos hábitos aos poucos. 25% (54 votes)

Sim, mas confesso que sinto dificuldades 19% (40 votes)

Uma pequena porcentagem, respondeu que faz porque está na moda e isso é muito bom!

Sim, porque está na moda. <1% (1 votes)

Dos que responderam Não, no total foram 12 %, que por motivos diversos não tem, nem pretendem ter mudança de hábitos em prol da ecologia em suas vidas.

Infelizmente, o percentual mais alto foi daqueles que não se preocupam com o futuro :

Não me preocupo com o futuro. 4% (8 votes)

É importante frisar que 3% alegam não receberem incentivo da sociedade ou da família, o que mostra que são pessoas que se receberem incentivo, estão dispostas a mudar.

Não, porque não encontro incentivo na sociedade ou família. 3% (7 votes)

Apenas 3% não vê necessidade ou tem preguiça:

Não. Não acho que há necessidade. 1% (2 votes)

Não, tenho preguiça. 2% (5 votes)

E apenas 2% não acredita que mudanças individuais façam diferença.

Não, porque a mudança individual não adianta nada. 2% (4 votes)

Este número nos deixou particularmente felizes porque é importante realmente que poucas pessoas não acreditem nas mudanças individuais porque são elas que podem mudar o mundo coletivamente. Ou seja, cada um precisa fazer a sua parte.Porque dar o exemplo sempre inspira o outro.E isso gera uma corrente inigualável de mudança.

Muito obrigada a todos que participaram da nossa enquete.

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