- O FILÉ DE PESCADA –
No dia seguinte, muito prestimosamente a empresa respondeu.
_________________________________________________________________________________ Texto de Ivo Fontan
- O FILÉ DE PESCADA –
_________________________________________________________________________________ Texto de Ivo Fontan
A Renata e o Ivo já escreveram sobre os brinquedos alternativos.
Eu vim falar de minha experiência pessoal com as crianças.
Como nos mudamos recentemente, tivemos um grande leva de caixas de papelão. A grande maioria repassada para ser reutilizada. Mas guardei algumas poucas para fazer brinquedos para as crianças.
Brinquedos que duram pouco, é verdade. Mas como os fins , neste caso, justificam os meios, resolvi que faria uso dessas caixas com a consciência tranqüila de encaminha-las no futuro para nossa coleta seletiva.
E foi um sucesso: fiz um carro, um ônibus e um avião. Ou tentei fazer…risos…
Embora seja algo que também devemos mudar. Mas como o brinquedo é de caixa de papelão, ainda não descobri como cortar uma bicicleta, que será o meio de transporte mais difundido nos próximo tempos.
Mas quem sabe a gente não chega lá?
Quero muito que a consciência ambiental faça parte da vida de meus filhos desde sempre. Que eles um dia digam que na casa deles eles não imaginam não-fazer coletar seletiva, porque “desde que se entendem por gente”, fazemos isso em casa.
Fomos indicados por nossa amiga Samantha ao Prêmio Blog Solidário!
Só temos a agradecer e nos comprometer a fazer de tudo para manter nossa meta de sermos solidários com nossos filhos, com o futuro que vamos deixar para eles e com nossa Mãe Terra.
Para fazermos jus ao prêmio, devemos dar continuidade e indicar 7 sites para a mesma categoria. Então, vamos tentar.
tenho travado uma luta inglória comigo mesma.
Eu não. Eu sempre trabalhei, corri atrás, queria conhecer o mundo, coisas novas, sair do quadrado (impulsionada por essa mesma mãe). Pensar diferente. Aprendi tudo que uma dona de casa deve saber, assim não preciso de ninguém e sei exigir tudo direitinho, mas nunca pensei em me transformar em uma.
Mas alguém vai perguntar: tá e daí?
Daí que para um mulher que tem este pensamento é muito difícil aceitar esta condição. Você se vê como uma pessoa que está passando por uma transição, que é passageiro, que logo logo tudo vai acabar e vou voltar a minha vida de antes. Ledo engano, nem sempre a vida responde rápido assim.
Aqui eu não me conformava em lavar, passar e cozinhar, fazer faxina, cuidar do jardim, das compras, contabilidade e no outro dia tudo de novo. Sempre pensei: isto não é para mim, não nasci para isso. Até gosto de fazer as coisas de casa, mas não como obrigação diária, mas sim como passatempo.
Achava que meu cérebro estava virando uma massa sem vida, ou com vida limitada. Não tenho nada contra quem se dedica ao lar, mas esta pessoa tem isto como objetivo, enquanto que eu não.
Lutava interiormente contra esta condição. Me aborrecia, chateava, brigava com todo mundo, vivia com dor de cabeça. Cada atividade que eu fazia era um suplício, tudo estava ruim e ainda podia contecer alguma coisa para piorar, e claro acontecia.
E quando me perguntavam então minha profissão? Resposta: Sou administradora de empresas e temporiariamente não estou trabalhando. Tola! Queria enganar a quem? Oh dilema!
Ainda não posso trabalhar aqui, nosso green card só deve sair no fim do ano e esta demora me deixava mais aflita a cada dia, pois um dos meus objetivos é produzir aqui neste país das oportunidades (hoje temos um visto de trabalho só para meu marido, o meu é de família). Voltar a ter renda própria, não depender de ninguém, garantir que posso me virar sozinha. Poder pagar alguém para me ajudar em casa. Isto vai acontecer é só uma questão de paciência. Não adianta me desesperar. Fácil falar, difícil viver.
O ponto onde quero chegar é o seguinte: Um dia resolvi assumir minha condição de dona de casa e a partir deste momento, muitos dos meu problemas desapareceram. Não estou mais com vergonha de assumir que sou esta trabalhadora incansável. Procurei tirar disto tudo o que tem de bom. Enquanto não volto a trabalhar, também não tenho chateações com horário e prazos a serem cumpridos. Posso pegar meu filho a qualquer hora e sair com ele para passear. Ou então posso sentar na sala e ficar vendo televisão.
Passei a distribuir melhor meu tempo, já que agora as tarefas não pesam tanto, também não morro se deixar de fazer alguma coisa naquele dia. O importante é eu me sentir bem. Chega de culpa por não ser uma criatura quenão traz renda para casa. Meu marido já se preocupa demais com isso. Quando eu puder vou voltar a contribuir e até lá vou continuar sendo dona de casa, mãe e esposa. Isto me libertou!
Finalmente descobri quem sou: uma mulher que se profissionalizou em administração de empresas, com ênfase em marketing de serviços, que hoje administra admiravelmente seu lar a vida do marido e do filho, que como todo ser humano normal tem seus problemas, ou seja, sou minha mãe com up-grade.
_________________________________________________________________________________ Texto de Cristiane A. Fetter
Recebi um e-mail de uma amiga perguntando se eu não gostaria de fazer alguma coisa diferente neste Natal, e dando uma idéia para que eu fosse até uma agência dos Correios e pegar uma das cartinhas que chegam até lá com pedidos para o Papai Noel.
Lá não estão pedidos impossíveis de serem atendidos, mas muitos que nós podemos realizar, e quem sabe tornar o Natal de uma dessas crianças mais feliz.
Achei a idéia ótima, pois só precisamos escolher uma das cartas e entregar o pedido em uma agência dos correios até o dia 20 de Dezembro, e claro com a identificação do dono, e o próprio correio se encarrega de fazer a a entrega.
É claro que não vamos resolver o problema de ninguém com esta atitude, mas talvez consigamos trazer um momento mágico na vida destas pequeninas pessoas e não deixar que seus sonhos acabem.
O que você acha?
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A TODO VAPOR!
Eu adoro quando em uma só atitude a gente consegue juntar coisas interessantes como: ecologia, saúde e prazer.
Aqui em casa cozinha-se com muito pouca água e quase nenhum óleo.
No entanto não somos uma família que segue uma dieta rígida, nada disso.
Tá certo que eu procuro balancear os alimentos e evito fast-food, dando sempre preferência a verduras e legumes orgânicos. Mas não podemos ser classificados em nenhuma das correntes alimentares mais restritas (vegetarianismo, lacto-ovo-vegetarianismo, crudivorismo, macrobiótica, etc, etc). Somos onívoros, tendendo a uma linha natural.
Mesmo assim, dá para fazer essas duas coisas citadas acima: cozinhar com pouca água e quase nenhum óleo. Hoje vou falar da pouca água no cozimento. Num próximo post explico o pouco óleo.
Quando você cozinha os alimentos mergulhados na água, além do desperdício da mesma (faça as contas para o período de um ano e veja que não é bobagem), boa parte dos nutrientes se perde no processo. Eles vão embora pelo ralo, a menos que você sempre use essa água para fazer uma sopa, por exemplo. Mas o mais interessante é que junto com eles vai embora também boa parte do sabor. Sim: se você experimentar um legume qualquer cozido no vapor em vez de diretamente imerso na água, verá que nunca antes tinha sentido o sabor real do dito cujo. Eu garanto.
Se somado a isso você ainda puder consumir orgânicos, aí a diferença de sabor é gritante. E a saúde agradece. Mais vitaminas, menos agrotóxicos, mais sabor, menos poluição ambiental … tudo de bom!
Para cozinhar no vapor, é simples. Se você puder adquirir uma panela própria para isso, ótimo. Se não puder ou não quiser investir enquanto experimenta, existem ótimas alternativas e todas elas funcionam bem. Eu cozinho no vapor há uns 15 anos mais ou menos, e só há um mês é que finalmente comprei a panela “certa”, que pode ser vista nas primeiras fotos. Ela é composta de 3 partes: a panela propriamente dita (onde você vai colocar uns dois ou três centímetros de água), a cesta perfurada (onde vão os alimentos), e a tampa. Encaixando as três partes, leva-se o conjunto ao fogo, e quando aquele pouquinho de água começa a ferver, abaixa-se o fogo e deixa-se de 10 a 30 minutos, dependendo do alimento e do tamanho dos pedaços que você colocou.
Eu já fiz de tudo: milho verde, batata, abobrinha, cenoura, beterraba, brócolis, couve-flor… o milho fica uma cooooooisa!!! E o brócolis, com azeite de oliva e sal… hummmmm!
Mas como eu estava dizendo: não precisa ter exatamente essa panela aí. Você pode improvisar com excelentes resultados, usando um escorredor de macarrão dentro de uma panela grande com tampa, por exemplo
(como esse da última foto). Os alimentos ficam dentro do escorredor e a água no fundo da panela. Pode também usar o que eu usava antes: uma rede daquelas metálicas feitas para escorrer batata frita, que fica pendurada nas laterais da panela, e os alimentos dentro dela, sem encostar na água do fundo. Enfim, o que estou dizendo é que você pode experimentar hoje mesmo com o que já tem em casa. E mudar mais um pouquinho a sua qualidade de vida. E também economizar mais um pouquinho de água… além de fechar a torneira enquanto escova os dentes, não lavar a calçada e o carro com mangueira, etc, etc…
Vale a pena tentar! O post fica aberto pra você me contar suas peripécias culinárias depois…
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Texto de Mercedes Lorenzo
Desde que publicamos o post sobre ao abandono em que se encontrava o Parque Marapendi no Recreio do Bandeirantes – RJ , começamos uma mobilização através do Portal do Voluntário.
Decidi ir ao parque pessoalmente (03/10/07) e qual não foi a minha surpresa: o Parque está totalmente limpo.
Fiquei muito surpresa mesmo.
Fotografei tudo. Veja mais fotos no link abaixo.
http://ofuturodopresente.blogspot.com/2007/03/passeando-com-as-crianas-parque.html
__________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
Cláudia Será que adianta 1 e Alguém tinha dúvidas?.
Claro que em alguns momentos não teremos opção a não ser reclamar, mas em vários outros poderemos optar por trocar estes serviços/produtos, pode até não ser por um atendimento de baixa qualidade, mas sim pelo que se está oferecendo.
Bem, vamos ao texto e depois me diga:
Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina,mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem qu explica a sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Sou o homeme que, quando entra num estabelecimento comercial, parece pedir um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemete enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!.
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda a ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, um pouco mais de “cortesia”.
“Clientes podem demitir todos de uma empresa, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar”.
Ver ainda nossos posts
A China e o Futuro – Parte 1
A China e o Futuro – Parte 2
O indefeso consumidor e a desculpa hilária
Consumidor que não questiona, paga.
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Texto de Cristiane A. Fetter
Itacoatiara-Niterói-RJ
Mais uma criança foi atacada por um cachorro.
Recebemos essas notícias todos os dias…
Neste caso, que não é recente, o cachorro era da própria família e eu não tenho os detalhes sobre como aconteceu o acidente, visto que a menina não estava sozinha: a tia e o avô também foram atacados. Ou seja, provavelmente havia supervisão de adultos.
Contudo, na maioria dos casos de ataques de cachorros, principalmente a crianças, o cachorro é de um vizinho.
A raça todo mundo sabe mas não é isso o que importa. Apesar de saber que a maioria das pessoas acha que é a raça feroz, a grande vilã dessa história, mas não é.
E olha que eu estou falando de cadeira: na minha vizinhança os moradores têm o (mau) hábito de soltar seus cachorros lá pelas 17 horas para fazer cocô na porta dos outros (o que já é um absurdo). Mas o pior é que os cachorros ficam soltos mesmo, sozinhos, passeando pela rua. As raças: um rottweiller, um pitbull (parece cruzamento – que é pior ainda- com outra raça, é misturado mas dá pra ver que é dessa raça), um akita, um pastor alemão e alguns vira-latas.
Ou seja, prendam suas crianças que os cachorros estão soltos!
A culpa é dos cachorros?
Não…
São os donos que soltam seus cachorros sem supervisão.
São os donos que ficam acomodados no argumento de que o cachorro é “mansinho”.
São os donos que acham que os outros é que devem se defender.
Afinal, errados estamos nós de estar andando na rua, de passear com nossas crianças, de abrir o portão de nossas casas…
O cachorro é um ser irracional. Ele pode simplesmente nunca ter atacado ninguém antes e um dia, sem motivo aparente, a tragédia acontece.
Os donos precisam se conscientizar que existem raças ferozes, que cão de guarda tem um instinto maior de defesa, que determinadas raças precisam de cuidados especiais, que ter cachorro exige informação por parte do dono.
Não é qualquer pessoa que pode ter qualquer cachorro.
E se o cachorro é mestiço com uma raça feroz a coisa piora, afinal como determinar a característica de uma raça que não podemos definir?
E isso só vai acabar quando o dono for para a cadeia.
Quando ele for realmente responsável pelo animal que tem em sua casa, independente da raça, do porte, da idade, de temperamento, se foi adestrado ou não.
O dia que os donos se conscientizarem que esse tipo de tragédia não é acidente, que deixar um cachorro solto na rua, ou na coleira sendo conduzido por uma criança, é como dirigir bêbado e que ele será responsabilizado pelos atos do animal, aí sim, a gente vai começar a ver essas tragédias diminuírem.
Infelizmente, os pais não se responsabilizam nem por seus filhos e lhes dão carros e motos para dirigirem antes mesmo deles terem feito uma auto-escola ou de terem idade para serem responsáveis por seus atos.
Imaginem se responsabilizar pelos atos de seus cachorros.
E a criança que esse cachorro mata não é sua.
O rosto que ele desfigura não é seu.
E o trauma que esse ataque causa não é no dono do cachorro, é na vítima.
Mais casos com diversas raças mostrando que não é a raça que importa:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,AA1412833-5605,00.html
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL88823-5605,00.html
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL88205-5598,00.html
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL70794-5598,00.html
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL18699-5605,00.html
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Texto de Ana Cláudia Bessa
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