Monthly Archives: agosto 2008

Uso sustentável de garrafas PET

Este Programa é apresentado por André Trigueiro e se chama Cidades e Soluções. Foi exibido em 06 de abril de 2008 no canal Globonews e vale à pena ser assistido.

Descartadas como lixo, as garrafas PET ocupam preciosos espaços nos aterros, entopem valões e canais e agravam o problema das enchentes. Ainda assim, cresce no Brasil o volume de embalagens recicladas de garrafas PET. Você vai conhecer uma fábrica de tintas e outra de fibras sintéticas que utilizam milhões de garrafas PET como matéria-prima.

O PET se transforma em matéria-prima para tintas, tecidos e mantas , enchimento de estofados, travesseiros e edredons, revestimento automotivo, e até ão é na fabricação de couro sintético, ou couro ecológico. Mas ainda temos muito a melhorar pois a maior parte das garrafas PET ainda não é reciclada no Brasil. Assistam, vale à pena!

Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/globo280708.asp

Não conseguiu ver o vídeo? http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM812418-7823-USO%2BSUSTENTAVEL%2BDE%2BGARRAFAS%2BPET,00.html

Plugada em casa

A Ceila Santos do Desabafo de Mãe está Plugada em casa ” convidou algumas mães plugadas a refletir sobre

- A difícil arte do consumo consciente
.Evitar comprar carro zero
.Andar mais de bicicleta
.Evitar o isopor
.Usar menos descartáveis e mais coisas laváveis
.Desligar o chuveiro enquanto se ensaboa ou lava o cabelo
.Usar sacola reutilizável
.Investir em alimentos orgânicos, roupas feitas a partir de reciclados, sapatos com sola de borracha reciclada, madeira certificada
.Imprimir só o necessário em folhas de papel reciclado
E aí, alguém acrescentaria mais alguma coisa? Ou tem alguma coisa demais nesta lista?
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Ana Cláudia Bessa

Cinto de Segurança

A campanha abaixo fala de forma inteligente sobre o uso do cinto de segurança. Fui fazer uma pesquisa no You Tube para ver pegar o código para disponibilizar o vídeo aqui no blog e acabei descobrindo um vídeo fortíssimo sobre um acidente onde a pessoa não usava cinto.

Pesado mesmo: mostrava o corpo mutilado, massa encefálica espalhada pelo interior do carro, o crânio esmagado. Preferi não colocar aqui e quem quiser ver, basta fazer a busca com a expressão CINTO DE SEGURANÇA no You Tube e vai encontrar.

Mas isso me lembrou que eu uso cinto de segurança há muito tempo, mesmo antes da lei. É que eu trabalhava numa empresa cujo seguro somente cobria acidentes de carro onde os funcionários estivessem de cinto de segurança, ou melhor, não poderia haver evidência da ausência do cinto. Com isso, acabávamos todos pegando o hábito de usar, mesmo fora de serviço. Hoje, me sinto, como muitos, solta demais se fico sem eles, não me acostumo mais com o não-uso.

Existem pessoas que simplesmente se negam a usar. Sempre a mesma alegação que o uso dele também pode ser fatal. E em alguns casos, é. Quem não se lembra daquele jogador de futebol que morreu num acidente na lagoa preso no cinto de segurança? Quem não pensou em parar de usar quando o menino João Hélio foi assasinado por ter ficado preso ao cinto? O pai de um amigo faleceu num acidente por estar de cinto enquanto seu contador, que se recusou a usar, foi atirado para fora e sobreviveu.

Mas os números são claros: a segurança proporcionada por ele é infinitamente maior e não podemos deixar de usar. Por isso, achei tão legal o vídeo abaixo.


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Televisão demais faz mal à saúde e pode viciar

ANA PAULA DE OLIVEIRA
da Folha de S.Paulo

Para estudiosos da comunicação ou do comportamento humano, há uma diferença colossal entre assistir diariamente ao “Discovery Channel”, por exemplo, e a um programa de auditório recheado de closes ginecológicos e/ou cenas de violência. Porém, seja qual for a qualidade do programa, o meio de comunicação, por si só, se consumido em excesso, é capaz de causar grandes estragos. No caso, certas funções orgânicas do telespectador, como as faculdades cognitivas ou até as articulações e a postura, é que são prejudicadas. E mais: a TV, tal qual o cigarro e o álcool, pode causar dependência.

Assim como o dependente de cocaína tem o impulso de cheirar mais para manter o estado de euforia, o telespectador contumaz sente necessidade de ficar grudado à TV para manter a sensação de relaxamento que o hábito produz. Essa foi a conclusão de um amplo estudo realizado pelos pesquisadores americanos Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos de Mídia da Universidade Rutgers, e Mihaly Csikszentmihalyi, professor de psicologia da Universidade de Claremont.Para o estudo, a dupla monitorou as ondas cerebrais, a resistência da pele e os batimentos cardíacos de voluntários diante da televisão. Sua principal contribuição foi explicar o que faz as pessoas se tornarem escravas da televisão.

Quando assiste à TV, a pessoa se sente relaxada, mas essa sensação se esvai tão logo o aparelho é desligado. Porém o estado de passividade e de diminuição de atenção permanecem.

Mas, claro, a televisão informa, diverte, entre outros atributos. E nem todo fã da telinha é viciado nela. Saber como se dá o poder de atração da TV sobre o telespectador pode ajudá-lo a exercer um controle sobre ela.

Em texto publicado na revista “Scientific American”, a dupla de pesquisadores afirmou que participantes desse tipo de pesquisa comumente dizem que a televisão chupou-lhes a energia, deixando-os depauperados, com mais dificuldade em se concentrar. Muitos, diz o texto, também relatam melhora no humor após a prática de esportes. Mas, depois de ver televisão, o humor deles não se altera ou fica pior do que antes. Outra curiosa constatação da pesquisa: quanto mais tempo as pessoas passam diante da televisão, menos satisfação elas conseguem obter.

O tempo considerado ideal para manter corpo e mente ilesos dos danos que o excesso de TV pode causar é de uma hora diária, em média, segundo diversos estudos. “A média do brasileiro é de quatro horas e, em São Paulo, chega a seis horas diárias”, diz Gabriel Priolli, crítico de televisão e presidente da Associação Brasileira de TV Universitária. Os europeus dispensam três horas e meia, os americanos, uma hora a mais.Em entrevista por e-mail ao Equilíbrio, Robert Kubey alerta: “Se você assiste à televisão por cerca de três horas por dia, quando chegar aos 75 anos, você terá gastado nove anos inteiros da sua vida vendo TV. E, se dorme oito horas por dia, terá permanecido acordado apenas 50 dos 75 anos”.

Segundo levantamento da ONU, 93% das crianças do mundo têm acesso à TV. E elas passam pelo menos 50% mais tempo ligadas ao aparelho do que em qualquer outra atividade não-escolar. Entretanto a TV não pode ser considerada o bicho-papão que “estraga” a criança. “É um companheiro dela e, muitas vezes, sua babá. É preciso que os pais limitem seu uso”, diz Ana Mercês Bahia Bock, presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.

Leia mais
· Saiba como identificar a dependência de TV
· Idosos usam TV para suprir carência
· Veja como quebrar o hábito de assistir TV em excesso
· Veja quais são os males causados pelo excesso de TV
· Saiba quais são os sinais de que a criança exagera na televisão
· Conheça os possíveis efeitos da TV no telespectador mirim

________________________________________________________________________________ Enviado por Cristina Blum

Policial ou bandido ?

Barba por fazer, óculos escuros, cabelos compridos, escondido num bairro da zona norte do RJ depois de diversas tentativas de “queima de arquivo”.
Após uma infância difícil, filho mais velho de três irmãos que perderam o pai quando tinha apenas 15 anos; viveu com a mãe e a avó até se casar e ainda carregava a responsabilidade de “criar” seus irmãos mais novos.

Certa vez me disse: “… já fui de tantas as formas e maneiras para sobreviver, que o que eu sou, já morreu…”

Apesar de adorar armas, fez de tudo para nunca precisar ter uma. Mas foi inevitável. Tinha que andar armado, fazia parte de sua escolha. Tentou fugir da cidade grande, indo para o interior do estado do RJ. Lêdo engano: o sistema é mais corrompido que na capital. Era “matar” ou “morrer”. Terra de ninguém.

Hoje tem 40 anos como eu. Rezo por ele todos os dias. É como um irmão pra mim. Estudamos nos mesmos colégios e até trabalhamos juntos na iniciativa privada.
Hoje, vive como se fosse um “foragido”.
Policial Civil, formação técnica e nível superior, profissional capacitado e gabaritado.
Pai de família, bem casado e com belos filhos.
Que saudade da liberdade !!!
O que é isso ?
…policial ou bandido ?

Pois bem, esse é um Policial. Certamente existem outros tantos por aí, bons como ele.
Como diferenciá-los dos demais ?
Como saber se não estamos caindo nas mãos de um “bandido” uniformizado ?
É freqüente em nossos noticiários, vermos “bandidos” dentro das corporações utilizando suas patentes como um passe livre (“carteirada”) em prol de privilégios, na grande maioria, financeiros. Não preciso nem dizer que atiram covardemente (comumente avaliado como inexperiência e/ou despreparo) sob nossos olhos da forma mais natural do mundo.

Inexperiência e despreparo DELES ? Ou de nossos POLÍTICOS que sequer ficam indignados.
É lamentável dizer que o despreparo e a inexperiência é: NOSSA !!!
Temos que nos mobilizar e participar mais do mundo em que vivemos. E não, assistirmos à tudo, como se os acontecimentos passassem numa cidade ou país visinho ao nosso. Os acontecimentos estão ao nosso redor e por vezes dentro de nossa própria casa.
Como educamos nossos filhos ?
Como “educamos” os que estão ao redor de nossos filhos ?

Recordo de minha infância quando éramos repreendidos por uma mãe vizinha que não hesitava em advertir quem quer que fosse diante de uma atitude “indevida”.
Temos que lançar mão das “armas” que realmente transformarão o mundo de nosso filhos; a Educação, o Esporte, a Coletividade, a Estrutura Familiar fortalecida, o Patriotismo, a Saúde e o Trabalho verdadeiramente honesto .

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Fabio Tôrres

A História das Coisas em português

Já colocamos este vídeo aqui mas ele é tão bom que merece ser revisto pois agora está em versão dublada em português pelo pessoal da comunidade Permacultura do Orkut.

Cinema e bebês também dá certo.

Achei esta iniciativa sensacional, realizar seções de cinema onde os filhotes podem estar presentes. Vida social com o bebe. Ela bem poderia ter surgido quando o meu filho nasceu, mas está sendo boa para as novas mamães. Esta novidade já está chegando ao interior de São Paulo e ao Rio de Janeiro também.

Estou colocando aqui a reportagem da revista crescer sobre o assunto.

“É quarta-feira e um grupo diferente aguarda na porta do cinema no shopping Bristol, em São Paulo. Não são os adolescentes que aproveitam a meia-entrada para colocar a visita ao cinema em dia. Na roda, o destaque são carrinhos e mamadeiras. Um grupo de mães e bebês espera, ansiosamente, o início de mais uma sessão. A cena se repete toda a semana e o longa escolhido da vez é Ensinando a Viver, com John Cusack. “Decidimos qual será o filme por e-mail; cada uma manda sua opinião. Os únicos vetados são os muito barulhentos, para não assustar as crianças”, conta Irene Nagashima, 37 anos, mãe de Max, 8 meses.

Cinéfila, foi Irene quem despertou a idéia nas outras mães, há 3 meses, em um grupo de discussão sobre maternidade na internet. “Em um dos fóruns, comentei minha ida ao cinema sozinha, até que uma delas sugeriu: por que não levamos nossos filhos da próxima vez?”, conta. A idéia empolgou a todas e os encontros de quarta-feira entraram na rotina, mostrando que o pós-parto pode, sim, ser uma fase divertida, e não um período de reclusão. “Não precisamos ficar em casa o tempo todo e levar o bebê apenas para tomar vacina. Hoje, além do cinema, vou ao Parque da Água Branca carregando a papinha dela”, conta Tatiana Tardioli, 31 anos, que sai para passear com Nina – hoje com 3 meses – desde que ela tinha 13 dias de vida.

A estreante do grupo é Nádia Lemos, 29, mãe de Catarina, 2 meses e meio. Ela estava adorando sua participação no grupo, mas se sentiu observadas pelos outros freqüentadores do shopping. “Tem gente que fica admirada quando eu conto que saio com a Catarina”, diz. Mas a reação ao grupo de mães é positiva. “Todos no cinema são muito solícitos e nunca ouvi ninguém reclamar pela nossa presença”, diz Andréia Gebrael, 31. Mãe de três filhos, foi apenas com a caçula Maura, de 3 meses, que ela aderiu aos passeios. “Quando tive a minha primeira, não saía de casa com ela para nada. Hoje, a Maura vai comigo até ao cabeleireiro”, conta. Já Sara, de 2 meses e meio, vai com a mãe Kátia Barga, 32, até mesmo na terapia. “Minha psicóloga fica com a Sara no colo durante a sessão”, diz.

Dentro do cinema, cada bebê aproveita o escurinho à sua maneira: enquanto os menores dormem ou mamam, outros não querem ficar parados. No meio do filme, Irene vai para a primeira fileira e deixa Max engatinhar livremente pelo chão. “Geralmente, ele dorme no meu colo. Mas hoje ele estava um pouco mais agitado”, diz. Já Felipe, 9 meses, queria ficar de pé na cadeira e Alexandra Swerts, 37, precisou sair alguns minutos com o filho. Na volta, o sono chegou e ele dormiu tranqüilamente no colo da mãe. “Venho ao cinema com ele desde que ele tinha 4 meses de idade; essa foi a primeira vez que precisei sair da sala. Nas outras sessões, era só apagar as luzes e ele já adormecia”, diz.

A mais nova da turma, Helena, de apenas 1 mês, filha de Lígia de Sica, 27 anos, mal percebeu o filme passar. E nem o ar-condicionado a incomodou; ao acender as luzes, a bebê mamava, tranqüilamente. O final do filme não significa que o programa acabou. Ainda tem a parada para um cafezinho. E semana que vem, elas estão de volta.’”

Para maiores informações consulte o site da CINEMATERNA.
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Cristiane A. Fetter

O que é comércio justo?

Eduardo Knapp
CYRUS AFSHARDA REPORTAGEM LOCAL -

Por que esta manga é mais cara?
A manga Tommy normal é vendida pelo produtor a R$0,50 o quilo, e o consumidor final paga R$1,65; no “comércio justo”, o produtor vende a fruta por R$1,22, que chegaria ao consumidor por R$ 4,03 o quilo.

Um ilustre desconhecido por aqui, o dito “comércio justo” começa a pingar nas gôndolas do país.

Você topa pagar um pouco mais por um produto feito sem danos à natureza ou exploração desumana do trabalho, sabendo que sua compra ajuda a desenvolver comunidades pobres? Milhares de consumidores no mundo topam. São a base do dito “comércio justo”.

Muito mais conhecido na Europa, o “comércio justo”, ou “solidário”, ou ainda “ético” é um movimento social e um sistema internacional de comércio, que busca atenuar desigualdades nos países pobres, por meio da venda de produtos feitos em padrões sustentáveis.

No Brasil, produtos com o certificado do comércio justo ainda são raros em supermercados. Mas isso pode mudar a partir desta semana, quando serão lançadas as normas nacionais desse comércio. Por aqui, o sistema começou a ganhar algum espaço no final dos anos 90 e só se tornou mais estruturado a partir de 2003. A proposta para normatizar o comércio justo no Brasil, que será levada agora, no dia 19, a um encontro internacional sobre o tema, no Rio, dá a ONGs e empresas a competência de certificar produtos, orientadas pelo Inmetro. Ela foi desenvolvida por Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras entidades da sociedade civil. Surge quase dois anos depois da criação de suas linhas gerais.

“Quando a coisa é muito “democrática”, feita a 20 mãos, o processo se arrasta”, diz Vanucia Nogueira, 47, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas, que trabalha com pequenos agricultores na região de Varginha.Enquanto não vão para as gôndolas daqui, produtos nacionais de comércio justo já certificados internacionalmente são exportados para a Europa, como manga, suco de laranja e café. Essas mercadorias são vendidas pelo “preço justo”, isto é, suficiente para que pequenos produtores consigam manter tanto um padrão de vida digno quanto os modos tradicionais de produção.

Um exemplo é o café. Em Minas Gerais, uma saca (60 kg) comum custa por volta de R$ 250, de acordo com o Centro de Excelência de Café do Sul de Minas. Já uma saca da produção “justa” rende ao pequeno produtor R$ 310, quase 25% a mais que o preço de mercado.Isso é financiado na outra ponta da cadeia, pelo consumidor. A diferença entre o preço comum e o “justo” varia segundo o país e o produto.Em São Paulo, o Sam’s Club vende o café de comércio justo por R$ 7,38 (250 g), 17,6% mais barato que um café gourmet (R$ 8,96). Mas bem mais caro que um café comum (R$ 2,30). Apesar dos preços altos, o mercado ético mundial cresceu a uma taxa anual média de 40% nos últimos cinco anos. Em 2007, cresceu 47% e movimentou 2,3 bilhões de euros, segundo a Fairtrade, entidade que reúne 23 certificadoras internacionais e produtores da América Latina, Ásia e África. As certificadoras atestam para o consumidor que os produtos seguem os padrões do sistema.

O comércio justo oferece aos consumidores uma poderosa oportunidade para assumir a responsabilidade pelo que compram. Cada vez mais pessoas se preocupam com a procedência da mercadoria e querem saber se os produtores envolvidos obtêm remuneração justa”, diz Verónica Sueiro, coordenadora da Fairtrade.

Mudanças ÓTIMAS no nosso Concurso Cultural


Como anunciamos, até dezembro, o Desabafo de Mãe, O Futuro do Presente e outros blogs, com o apoio de empresas parceiras, estarão realizando uma série de concursos culturais mensalmente.

Para facilitar a premiação e incentivar a participação, foram feitas algumas mudanças muito legais.

O Concurso Escola acontece, simultaneamente, no Desabafo de Mãe, e blogs Educar Já e O Futuro do Presente, mas com premiação desvinculada:

1. No site Desabafo de Mãe: internautas precisam escrever um desabafo no site ou no próprio blog sobre uma experiência positiva que tenha vivenciado em relação à escola do filho ou de desafios que enfretaram, ou pretendem enfrentar , para melhorar a qualidade educacional do filho. Prêmio : Camiseta EducaCamp e dois livros.

2. Blog Educar Já, o autor da melhor resposta à pergunta Você acredita que há experiência positiva que envolve pais e professores? ganha um KIT ESCOLAR DA MERCUR – HOT WHEELS (para meninos) . As respostas podem ser via comentários no blog.

3. Blog O Futuro do Presente, o autor da melhor resposta à pergunta Como você escolheu a escola do seu filho? ganha um KIT ESCOLAR DA MERCUR – COLEÇÃO MORANGUINHO (para meninas). As respostas seraõ via comentários no blog.

Então, para participar, basta escrever sobre uma experiência positiva que tenha vivenciado na escola de seu filho que pode ajudar outros pais a enfrentar situações ou problemas similares e enviar para o Desabafo de Mãe.

Ou, se você é mãe ou pai de menino, corra no blog Educar já e responda à pergunta.

E para mães e pais de meninas, basta responder à nossa pergunta aqui nos comentários e estão concorrendo a um Kit Escolar da Mercur da Moranguinho.

Você já pode começar a participar agora, para isso basta ler as regras dos respectivos concursos que seguem a mesma premissa do sorteio Vista a Camisa do EducaCamp!.

E nós já temos mães concorrendo ao prêmio, vejam!

Renata disse…
Embora minha filha não esteja na escola (o que a maioria das pessoas considera um absurdo, afinal ela ela JÁ tem quase TRÊS anos), eu adoraria comentar o que penso aqui. Vou começar minha busca por escolas em breve, mas já estou tão desanimada… Pelo que percebi as escolas seguem filosofias em grande parte pra atender as pais: algumas pretendem formar CEO’s de empresas no futuro, e começam a trabalhar nesse sentido com crianças de 2 anos (sei de caso de escola que ensina letras pra crianças de 2 anos que nem falar direito sabem ainda, não é um absurdo?). Tem pais que, por outro lado, acham que tanto faz a escola, que o importante nessa fase é a criança brincar. COncordo que brincar é mais importante, mas acredito que a filosofia, a metodologia é importante desde cedo. Cedo pra mim, é 3, 4 anos, pois acho que criança não precisa, nem deve ir pra escola antes disso.Não é novidade pra vc que sou fã da Pedagogia Waldorf, mas infelizmente não temos muitas opções aqui no Rio.Estou sem tempo pra escrever mais, mas pretendo aocmpanhar a discussão e os desabafos porque tenho interesse no assunto. Quem sabe, mais pra frente, dou mais pitacos?

Ceila Santos disse…
Eu ainda não escolhi ” a escola” da Malu, mas no passado fiz uma escolha do berçário da Malu onde agora eu mantenho ela em função do valor social dos amigos que a Malu tem. Ela ama muito os amigos e, apesar da metodologia pedagógica não ser muito clara ainda pra mim, eu estou tranquila pq eles têm um foco grande na brincadeira. E eu tenho um cuidado enorme de inserir cultura na turminha e na escola com sugestões. livro no fim-de-semana e teatro estão entrando na programação dos passeis que no passado era para o parque da monica ou da xuxa. eles vão agora avaliar a oferta do ingles para todos. hoje quem quer oferecer inglês ao filho paga separado. então a escolha da minha escola foi feita pensando no cuidar do bebê, no ambiente, na cultura, no jeito das pessoas, no espaço aconchegante, pequeno e familiar, na proximidade de casa e no preço.

Tatiana disse…
EU TENHO UMA FILHA DE 4 ANOS QDO FUI ESCOLHER A ESCOLA DELA FIZ VISITA A VÁRIAS ESCOLAS ,EM PRIMEIRO LUGAR FOI A SEGURANÇA JA´ QUE ELA É UMA MENINA MUITO ESPERTA E TEM MUITA ENERGIA, LEVEI ELA JUNTO PARA VER SE SETIA BEM NA ESCOLA.ENCONTREI UMA ONDE DE CARA EU ME SENTI BEM E ELA TAMBÉM E ONDE NAÕ TINHA LUGAR PARA SE MACHUCAR E COM SEGURANAÇ E QUE EU TAMBEM ME SEGURA EM DEIXAR MINHA FILHA E VI COMO ERA O ENSINAMENTO NA ESCOLA , CONVERSEI COM A PROFESSORA PARA VER SE SENTIA CONFIANÇA NELA .PROCUREI SABER INFORMAÇÕES SOBRE A ESCOLA .EU SEI QUE FIZ UMA BOA ESCOLA ESCOLHA POIS NA ESCOLA QUE ESTA SE SENTE BEM E EU TENHO CONFIAÇA NA ESCOLA E NAS PESSOAS QUE NELA TRABALHAM. JÁ TEM DOIS ANOS NESTA ESCOLA.QUE BOM É TAO BOM SABER QUE NOSSOS FILHOS ESTAO EM AMBIENTE SEGURO E QUE TEM UM BOM ENSINO .

Nós contamos com sua participação para incendiar o debate sobre a educação que buscamos para nossos filhos através de soluções práticas e da troca de experiências simples que deram bons resultados.

Participe!

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Gaste menos combustível

Segundo mensagem que circula pela internet “o autor deste texto trabalha numa refinaria há 31 anos”. Eu já tinha ouvido essas orientações num programa sobre carros e aplicava algumas delas. Embora possa parecer que com essa divulgação eu esteja incentivando o uso do carro, não é isso. Minha forma de pensar acredita que não adianta a gente querer que o mundo mude radicalmente de um dia pro outro. Eu adoro dirigir e tenho carro. Os carros existem e isso não vai mudar. Eu incentivo sempre a que todos tentem mudar seus hábitos e eu tenho tentado, cada dia mais, usar menos o carro, mesmo adorando dirigir. Sendo assim, uma forma de “presevarmos o mundo” é gastando menos combustível. E isso também é uma forma de consumo consciente. O que, alías, é uma tecla que batemos aqui constantemente. Então, vamos às dicas:

“Assim que você levar a sério e passar a aplicar os truques que a seguir são explicados, passará a aproveitar ao máximo seu combustível e, portanto, seu dinheiro. Esperamos que lhe sejam proveitosos.
*1º Truque: Encher o tanque sempre pela manhã, o mais cedo possível.*
A temperatura ambiente e do solo é mais baixa. Todas os postos de combustíveis têm seus depósitos debaixo terra. Ao estar mais fria a terra, a densidade da gasolina e do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, que a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem a expandir-se. Por isto, se você enche o tanque ao meio dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente. Na indústria petrolífera a gravidade específica e a temperatura de um solo tem um papel muito importante. Onde trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlada no que diz respeito à temperatura. Para que, a cada galão vertido no depósito (cisterna) do caminhão seja exato.
*2º Truque: Quando for pessoalmente encher o tanque, não aperte a pistola ao máximo (pedir ao frentista no caso de ser servido).*
Segundo a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta. Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro. Ao encher mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se num cheio real, eficaz. Todas as mangueiras vertedoras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Se encherem o tanque apertando a pistola ao máximo uma percentagem do precioso líquido que entra no tanque do seu veículo se transforma em vapor do combustível, já contabilisado, volta pela mangueira de combustível (surtidor) ao depósito da estação. Isso faz com que, os postos consiguam recuperar parte do combustível vendido, e o usuário acaba pagando como se tivesse recebido a real quantidade contabilisada, menos combustível no tanque pagando mais dinheiro.
*3º Truque: Encher o tanque antes que este baixe da metade.*
Quanto mais combustível tenha no depósito, menos ar há dentro do mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa. Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo de manter a evaporação ao mínimo.
*4º Truque: Não encher o tanque quando o posto de combustíveis estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois.*
Se você chega ao posto de combustíveis e vê um caminhão tanque que está abastecendo os depósitos subterrâneos do mesmo, ou os acaba de reabastecer, evite, se puder, abastecer no dito posto nesse momento. Ao reabastecer os depósitos, o combustível é jorrado dentro do depósito, isso faz com que o combustível ainda restante nos mesmos seja agitado e os sedimentos assentados ao fundo acabam ficando em suspensão por um tempo. Assim sendo, você corre o risco de abastecer seu tanque com combustível sujo. “

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa (texto que circula pela internet de autoria desconhecida)