Nossa participação no Ciclo Comunicar Política, mais uma excelente iniciativa da Rede Nós da Comunicação .
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Fazemos diferença no mundo

Nossa participação no Ciclo Comunicar Política, mais uma excelente iniciativa da Rede Nós da Comunicação .

Achei no laptop mais conteúdo relacionado ao primeiro dia do 3º Fórum Internacional Criança e Consumo promovido pelo Instituto Alana , que aconteceu de 16 a 18 de março em SP onde estivemos, através de uma PAM – parceria de apoio mútuo (modalidade que acabo de inventar…rs) com o blog Desabafo de Mãe (http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/ ) e da ANEP Brasil – Associação Nacional para Educação Pré Natal (http://anepbrasil.wordpress.com/ ).
Como o conteúdo é muito interessante, vou publicar uma pequena continuação do primeiro dia.
Crianças e o mundo
As histórias contam que a infância é igual em qualquer lugar do mundo. As necessidades são as mesmas: tem desejos, é preciso separar os desejos que vem de dentro dela e os que botamos dentro delas. Honrar a criança, preservar o direito fundamental das crianças. É direito da criança poder opinar e se expressar.
Brincar vem do latim, vínculo. Brincar é se vincular com o mundo.
Quando existe democracia existe conflito de interesses mas na área de consumo e propaganda prima pela violência como os conceitos são colocados. Usar o brincar como fórmula de propaganda é perverso por ser este o meio como a criança se comunica com o mundo.
Preservar e respeitar o pleno desenvolvimento da criança é fundamental e o Estado, a familia, a comunidade e a sociedade são responsáveis pela criança.
Pais e a propaganda
Pesquisa revelou que 73% dos pais entrevistados não querem propagandas voltadas para seus filhos.
O grande problema da propaganda infantil é que querem vender ao invés de formar. O consumo de produtos alimentícios sem qualidade, por exemplo, está levanto ao aumento da obesidade infantil. E a ausência necessária dos pais no mundo atual trava uma luta desigual com as propagandas infantis.
Empresas e publicidade infantil
Em breve as boas empresas não anunciarão mais para as crianças. Será uma questão ética para elas. Antes, as empresas devastavam, hoje constroem florestas. O mundo corporativo está em mudança no sentido de ver o planeta como um todo e se pensarmos mais das crianças, o mundo sai ganhando pois é preciso apreciar a contribuição da criança para a evolução do mundo.
Aos pais, cabe tornarem-se consumidores conscientes, serem exemplo.
Deixar de comprar produtos que fazem propagadas para crianças é fundamental.
E falar isso para as crianças, pode ser um bom caminho para aquelas comecem a entender o que significa a publicidade nociva e dar à elas ferramentas para serem seus próprios críticos.
Qualquer ação para regulamentar o abuso da publicidade é mascarada como cerceamento da liberdade de expressão.
Quando na verdade, não é a propaganda que será cerceada e sim, estaremos garantindo o direito à criança à sua integridade.
Integridade = liberdade, respeito, dignidade
Palestrantes:
Ilan Brenman [Abertura] Mestre e Doutor pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), bacharel em psicologia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), autor de mais 25 livros (muitos premiados). Atualmente, é considerado um dos mais importantes e renomados contadores de história do país.
Corinna Hawkes [Palestrante] É atualmente professora convidada do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e pesquisadora visitante do Centro de Políticas de Alimentação da City University, em Londres. Foi presidente do Grupo de Especialistas em Marketing de Alimentos para Crianças, da OMS.
Guilherme Canela [Palestrante] Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP). Coordena a área de Comunicação e Informação do Escritório da Unesco no Brasil.
Cenise Monte Vicente[Palestrante] Mestre em Psicologia Social, foi coordenadora executiva da Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos, Secretária Municipal de Promoção Social de Campinas e co-autora de vários livros. É consultora em direitos da criança e em responsabilidade social.
Inês Vitorino Sampaio [Mediadora] Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Sociologia pela UFC e doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professora do Mestrado em Comunicação da UFC e autora do livro “Televisão, publicidade e infância”.
Como todos sabem, estivemos no 3º Fórum Internacional Criança e Consumo promovido pelo Instituto Alana , que aconteceu de 16 a 18 de março em SP através de uma PAM – parceria de apoio mútuo (modalidade que acabo de inventar…rs) com o blog Desabafo de Mãe (http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/ ) e da ANEP Brasil – Associação Nacional para Educação Pré Natal (http://anepbrasil.wordpress.com/ ) estarei esta semana em SP.
Estar presente neste evento é muito importante para nós por ser uma bandeira que sempre defendemos: criança não pode ser tratada como mero potencial consumidor.
Criança tem que ser respeitada.
A realização de eventos como este são importantes para conscientizar. Afinal, não mudaremos a realidade sem participação, e críticas sem participação, não protagonizam mudanças. Por isso, é importante aceitarmos o convite para debater, pensar e trocar impressões a respeito do tema Publicidade Infantil que é um desrespeito ao universo da criança.
SÓ EXISTE O PRESENTE – PRESENTE DO PASSADO, PRESENTE DO PRESENTE, PRESENTE DO FUTURO. (SANTO AGOSTINHO)
Uma nova história sempre pode ser construída quando uma criança nasce. Não podemos simplesmente ignorar e desprezar essa magia e esse leque imenso de possibilidades incríveis que são as crianças.
As crianças brasileiras ficam em torno de 5 horas na frente da TV, mais do que na escola em horário regular. Isso é muito tempo de exposição da criança à mídia e a exposição excessiva gera hiperatividade, distúrbios de saúde e violência na infância. Um bom exemplo, é o fumo. Ele não aumenta a chance de câncer? A exposição da criança à violência aumenta os casos de violência na infância e a violência tira a criança do convívio social. Além disso, a privação ao direito de imaginar está impedindo que as crianças consigam se ver no futuro e continuar a repetir o modelo atual de mídia que atinge as crianças – promoção de consumo a qualquer custo – , será um grande desastre.
O mundo adulto é a maior dificuldade pois repetimos conceitos prejudiciais já instituídos no mundo em que vivemos. Depressão e os modelos inatingíveis de beleza (e magreza), por exemplo, estão aí para todos verem todos os dias na tela da TV. No mundo corporativo, por exemplo, é comum tratar os profissionais como executivos. O que são os executivos? São aqueles que matam. Nada mais que um reflexo da realidade competitiva do atual mercado de trabalho: um executando o outro. E as crianças repetem os nossos modelos.
No caso dos alimentos, a coisa fica mais séria de forma comprovada através de estudos. Alimentos dominam a publicidade voltada para crianças e a maioria esmagadora desses alimentos não são recomendados para as crianças.
MARKETING CRIA VONTADE DE CONSUMIR – CRIA DEMANDA
A cultura geral do consumo prega a capacidade e a vontade de consumir como sendo uma ESCOLHA e, sendo assim, isso é uma coisa boa para a sua vida pois ter direito à escolha é sinônimo de boa vida. E isso é estendido á infância como sendo um direito da criança.
Mas é realmente uma escolha?
Os adultos têm o dever de contestar. Que criança queremos ter?
A mídia dentro do programa infantil, muitas vezes, não permite à criança diferenciar o marketing em si do programa que ela está assistindo. E a associação de um produto ou alimento ao seu herói ou personagem de TV favorito, é imediata. As embalagens feitas para atrair as crianças e a associação de alimentos com poucos nutrientes a brinquedos, também são armadilhas que afetam a preferência da criança e elas importunam os pais para conseguir o que querem.
A publicidade sabe disso.
A imagem é poderosa e a TV aberta é gratuita e de fácil acesso, está dentro da casa da gente. Sem contar que os responsáveis pelas crianças também são influenciados pela mídia.
Crianças levam hábitos adquiridos durante a infância até a idade adulta, assim como o peso excessivo é levado ao mundo adulto. A obesidade será uma das principais causas de morte no futuro.
Mais de 20 países tem política de marketing de alimentos para crianças mas o conteúdo deixa a desejar, não são claras e são contestáveis, o que realmente as impede de serem eficazes no seu propósito.
O que deve conter essas políticas?
Proteção à saúde da criança. Ponto. E não podemos pensar nisso somente para o futuro, porque na realidade o futuro nunca chega. Precisamos defender a criança, agora, no presente, através de uma sociedade civil organizada onde a legislação seja apoiada por profissionais (como pediatras, pedagogos, psicólogos, professores, etc.) que entendam e respeitem a infância.
A Lei de Proteção aos animais antecede as leis de proteção às Crianças e, no passado, muitos advogados usavam as leis de proteção aos animais para defender as crianças.
1883 – Congresso internacional de Proteção à Criança (Paris)
1924 – Declaração de Genebra
1959 – Declaração dos Direitos da Criança
1989 – Convenção dos Direitos das Crianças (ONU)
A Lei Brasileira representa um grande avanço pois o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente derruba por terra o argumento normalmente usado como: “melhor interesse da criança”, pois define que a criança tem que ter prioridade absoluta.
O respeito aos direitos das crianças é uma questão social. A TV Cultura, após denúncia, parou de veicular publicidade em sua programação infantil e viu-se diante de um enorme rombo em seu orçamento e isso os levou a buscar outras alternativas.
É importante incentivar estudos para nos basear em fatos concretos e não em “achismos” ou preferências. Ressaltar pontos positivos da mídia e regulamentar pontos negativos. Merchandising social, por exemplo, é positivo quando promove inclusão de crianças com Síndrome de Down como personagem de novela, pois sucinta debates e permite objetivar discussões a respeito de um tema importante para o desenvolvimento de uma sociedade sadia.
O diálogo na família também é importante e as crianças são aptas a entender os argumentos em prol do planeta pois esta é uma questão atual em seu universo e vem de encontro direto ao consumo consciente.
A escola ainda ignora a mídia como assunto e não se vê conversas dentro do ambiente escolar sobre propaganda, marketing e companhia. Os pais e a escola devem incentivar a criança a construir a brincadeira ao invés de serem meras espectadoras (através de rádio comunitária, montagens teatrais, elaboração de jornais, etc) passando-as a atores ao invés de platéia. Transformando-as em seres auto-crítico (“isso eu não quero assistir.”).
Compartilhar responsabilidades entre escolas, pais, empresas e sociedade é fundamental para avançarmos e respeitarmos a infância.
Palestrantes:
Ilan Brenman [Abertura] Mestre e Doutor pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), bacharel em psicologia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), autor de mais 25 livros (muitos premiados). Atualmente, é considerado um dos mais importantes e renomados contadores de história do país.
Corinna Hawkes [Palestrante] É atualmente professora convidada do Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e pesquisadora visitante do Centro de Políticas de Alimentação da City University, em Londres. Foi presidente do Grupo de Especialistas em Marketing de Alimentos para Crianças, da OMS.
Guilherme Canela [Palestrante] Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP). Coordena a área de Comunicação e Informação do Escritório da Unesco no Brasil.
Cenise Monte Vicente[Palestrante] Mestre em Psicologia Social, foi coordenadora executiva da Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos, Secretária Municipal de Promoção Social de Campinas e co-autora de vários livros. É consultora em direitos da criança e em responsabilidade social.
Inês Vitorino Sampaio [Mediadora] Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Sociologia pela UFC e doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professora do Mestrado em Comunicação da UFC e autora do livro “Televisão, publicidade e infância”.
Tv Cultura – Instituto Alana notifica canal educativo por considerar inadequada publicidade dirigida às crianças
Convido as amigas blogueiras abaixo a postar suas opiniões sobre o assunto e convido-as a convidarem também blogueiras amigas para postarem :
Lucia Malla http://www.interney.net/blogs/malla/
Lúcia Freitas http://www.ladybugbrazil.com/
Thaís Saíto http://blogvidaverde.blogspot.com/
Nosso debate – publicidade Infantil, proibir ou não:
Parte 2: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao-parte-ii/
Parte 3: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/3217/
Mais posts :
Fórum Criança e Consumo:
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forum-crianca-e-consumo-dia2parte3/
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forumcriancaeconsumodia2refletiroconsumo/
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/forum-crianca-e-consumo-dia-1-continuacao/
Eu adoro blogar.
Simplesmente isso.
Meu parabéns por esse dia a todos os amigos que assim como eu se apaixonaram por essa ferramenta.
Obrigada pela amizade e o carinho do monte de gente que eu conheci através dos blogues.
E que cada dia mais posamos usar esta ferramenta para nos expressar e interagir com pessoas que tenham os mesmo interesses que nós ou que possam no ensinar e trocar sempre.
Um beijo carinhoso a todos neste dia.
Ter este espaço para expressar meus anseios foi fundamental para tudo que realizei em prol da causa que tanto amo e defendo.
Finalmente temos do dois ganhadores do sorteio do livro Os 7 Hábitos das Crianças Felizes, de Sean Covey !!
Parabéns aos contemplados e não se esqueçam de nos mandar seus endereços para o e-mail ofuturodopresente@gmail.com
Obrigada a todos que participaram e logo teremos mais promoções, fique de olho!!!
No Twitter, a @asorairammendes ganhou o livro pois pois sorteada entre os que retuitaram a frase!
E o segundo livro sorteado entre os clientes que já compraram Futuro do Presente, os assinantes do FEED, e os que deixarem um comentário neste post foi para Fio de Ariadne!
Parabéns aos vencedores, estamos aguardando seus contatos para envio e desculpem a demora em fazer o sorteio.
Sem conexão disponível, ficamos impossibilitados de fazer o sorteio anteriormente.
Um grande beijo e até a próxima!

Hoje começa o 3o. Fórum Internacional Criança e Consumo e como nós estaremos presentes neste evento, vamos continuar debatendo este importante tema nas criação dos nossos filhos e dos cidadãos do futuro, contando diretamente do Fórum, o máximo possível do que for conversado por lá.
Sendo assim, vamos à terceira parte do nosso debate:
O que podemos concluir de tudo isso?
Consumir menos e com mais qualidade é ecológico.
A infância é uma responsabilidade global: família, sociedade e Estado.
E o que perdemos se proibirmos a propaganda infantil?
O que perdemos com a proibição da propaganda de cigarros? NADA! Só ganhamos. Era um absurdo aquele monte de propagandas com associação de cigarro à esportes. Cigarro e vida saudável, definitivamente uma grande MENTIRA.
O que vamos perder com a proibição de propagandas de bebidas alcoólicas? Nada.
Neste mesmo caminho vai a publicidade infantil?
A propaganda existe porque há consumismo e o consumismo é alimentado pela propaganda, logo temos uma bola de neve. Se o consumismo de adultos merece toda a atenção – afinal se continuarmos produzindo o lixo que produzimos hoje na mesma proporção por mais alguns anos já sabemos onde (não) chegaremos – o consumismo na infância é uma preocupação ainda maior e merece ainda mais atenção.
A questão não é proibir, mas proteger a infância. Criança vive nesse mundo e precisa conhecer a realidade, mas existem várias outras formas mais saudáveis e nutridoras pra que a criança vá chegando. Até os sete anos ela é muito imatura. Ela precisa ser protegida pra que, quando chegar a hora de encarar a realidade e o mundo, ela esteja segura e fortalecida. Crianças que não crescem moldadas, que são educadas com mais criatividade e liberdade, quando adultas tomarão decisões por conta própria com muito mais sabedoria e segurança do que aquelas que cresceram expostas a uma realidade doutrinadora e limitadora.
Precisamos criar humanos capazes de encontrar a felicidade dentro deles, e pra isso precisamos nutrí-los de afeto e atenção. Precisamos criar humanos que não apenas respeitem e preservem, mas que venerem a terra e os alimentos. precisamos criar humanos empáticos. Se conseguirmos fazer uma mudança dentro de nossa casa, ela vai pro mundo. Assim nossos filhos, os adultos do futuro, serão capazes de nutrir seus filhos de afeto e não de presentes.
Nosso papel fundamental e urgente é evitar que nossas crianças cresçam consumistas, manipuláveis e desvinculadas da realidade, em favor desse sistema capitalista do consumo exagerado e desnecessário imposto e empurrado goela abaixo diariamente! Precisamos fazê-los refletir junto, precisamos disso? Por que estamos comprando isso? Não há melhor maneira de educar crianças (e adultos!) do que através do questionamento! Ainda mais se queremos educar seres proativos, pensantes e questionadores (e não “foma-atados”), ao invés de uma massa de futuros adultos passivos e receptivos de todo e qualquer lixo jogado na sociedade através das propagandas. E isso vale para tudo: de propaganda política às discussões que temos em nossos círculos sociais.
Temos que criar seres que não fiquem sentados, aceitando passivamente um sistema em que damos nosso sangue para sustentá-lo, trabalhando horas para receber os recursos necessários para consumir o que quer que querem que compremos, inclusive o que não precisamos! Como será o futuro com um planeta lotado de lixo? Nosso consumo compromete diretamente a natureza pois a fabricação do que consumimos a polui e degrada.
Além de tudo que se aplica à publicidade e ao consumismo adulto, a propaganda voltada pra criança é covarde, é uma falta de compromisso com o futuro, com o coletivo, com a humanidade e com o planeta. Pais, sociedade e Estado precisam assumir sua responsabilidade diante da infância e do futuro do planeta.
Existe um Manifesto circulando pela internet e num de seus trechos ele menciona: “A publicidade voltada à criança contribui para a disseminação de valores materialistas e para o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce. Acreditamos que o fim da publicidade dirigida ao público infantil será um marco importante na história de um país que quer honrar suas crianças.”
E você, o que pensa de tudo isso?
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Texto escrito a 16 mãos por: Ana Cláudia Bessa, Ceila Santos, Maria Rê Carriero, Renata Gonçalves, Renata Matteoni, Rita de Cássia Couto, Silvia Schiros e Taís Vinha.
Posts e continuações deste debate:
Parte 1: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao/
Parte 2: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao-parte-ii/
Parte 3: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/publicidade-infantil-proibir-ou-nao-parte-iii/
E convido as amigas blogueiras abaixo a postar suas opiniões sobre o assunto e convido-as a convidarem também blogueiras amigas para postarem :
Samantha http://www.samshiraishi.com/
Cristiane http://ciclicca.blogspot.com/
Vera http://foradomanual.blogspot.com/
Mais posts :
http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2010/04/voce-e-favor-da-lei-contra-publicidade.html
http://graflor.blogspot.com/2010/03/publicidade-infantil.html
Fórum Criança e Consumo:
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forum-crianca-e-consumo-dia2parte3/
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/04/forumcriancaeconsumodia2refletiroconsumo/
http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/03/forum-crianca-e-consumo-dia-1-continuacao/
ficamos sem energia elétrica/internet/telefone na parte da tarde de hoje, ainda em decorrência das fortes chuvas de domingo.
Como amanhã, estaremos em trânsito para participação no 3o. Fórum Internacional Criança e Consumo , estamos transferindo o sorteio do livro “Os 7 Hábitos das Crianças Felizes” para quarta-feira, 17 de março, às 15 horas.
Pedimos desculpas pelo inconveniente e esperamos que tudo se normalize até quarta.
Até lá, continue participando, aumente suas chances de ganhar!
Obrigada a todos pela compreensão.
Por problemas técnicos, nosso sorteio foi transferido para quarta, 17 de março, leia aqui.

Quer concorrer a 2 exemplares do livro Os 7 Hábitos das Crianças Felizes, de Sean Covey ?
1 exemplar será sorteado entre os seguidores do perfil do Futuro do Presente no twitter que retuitarem a frase:
Eu quero ganhar o livro Os 7 Hábitos das Crianças Felizes, de Sean Covey! do @futurodopresent http://tinyurl.com/ykxr62l
E mais 1 exemplar será sorteado entre os clientes que já tiverem feito compras no site Futuro do Presente, os assinantes do FEED, e os que deixarem um comentário neste post.
Os sorteios serão feitos dia 15 de março de 2010, às 15 horas!
Sendo assim todo mundo tem várias chances de ganhar. Participe!
Leia o post completo sobre o livro: http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/02/criancas-felizes/
Eu nunca recebi orientação e educação financeira, nem em casa, nem na escola.
Acredito que a maioria de nós, não tenha recebido.
Tenho muito interesse quanto a isso, principalmente depois que li o livro Pai Rico, Pai Pobre.
Nele foi que tive meu primeiro contato com essas reflexões e sobre a importância de sermos educados financeiramente de forma a usarmos o dinheiro a nosso favor e não a passar uma vida inteira lutando para pagar as contas e presos a um financiamento de 30 anos para ter nossa casa própria. E investir pode ser um bom caminho para aumentar nossa renda familiar.
Não é um aprendizado da noite para o dia e também ainda precisamos entender muitos dos preconceitos que recebemos a respeito de investimentos, como por exemplo, a de que é preciso muito dinheiro para começar a investir ou de que a compra da casa própria é garantia de estabilidade financeira na vida.
Hoje, com o crescimento dos filhos, já fico me perguntando sobre quando começar a investir na educação financeira deles e ainda pensando em como eu mesma posso fazer para aprender e entender melhor como funciona o mercado de investimentos. E, quando penso que este mercado é dominado pela presença masculina, acho mais importante ainda que as mulheres/mães comecem a entender e se informar sobre educação financeira e investimentos já que estão, na maioria dos casos, à frente do cotidiano da educação dos filhos (são elas que escolhem a escola, por exemplo). Além disso, nós mulheres já somos responsáveis em boa parte dos lares brasileiros pelo sustento da família. Ou seja, é mais do que hora de entendermos de finanças além do orçamento doméstico.
Pensando nisso, A ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais coloca no ar, por meio do site Como Investir, uma seção exclusivamente voltada ao público feminino. Chamada de Mulheres e Investimentos, a seção fornece orientação financeira, guias, cartilhas, histórias de sucesso e todo um conjunto de ferramentas voltado para o público feminino levando em consideração as diferenças de características entre homens e mulheres que, com certeza, se refletem na forma de investir.
Eu fiquei muito interessada pois realmente quero entender como funciona o mercado de investimentos e penso que todas nós devemos dedicar um tempinho do nosso dia-a-dia para aprender como podemos usar esta ferramenta para lidar melhor com o dinheiro, investir de forma adequadas às nossas possibilidades e ainda nos programar para dar a nós mesmas e à nossa família um a tranqüilidade financeira para o futuro. Inclusive, tem um guia chamado “10 passos para chegar aos R$ 100 mil”, que achei muito bacana pois aborda situações do dia a dia e nos mostra onde podemos modificar nossos hábitos para alcançarmos essa meta. Não que isso seja fácil, claro que não é, nem é puro milagre, mas sempre que vejo uma meta, penso que estamos mais próximas de realizar nossos desejos, já que é de suma importância, para se chegar em algum lugar, que saibamos para onde queremos ir.
O site traz bastante coisa interessante e mostra que não precisamos ser nenhuma expert em finanças para começar a investir, que podemos fazer isso sem sermos arriscados como os homens costumam agir neste mercado e que também não precisamos de muito dinheiro para começar já que é possível fazer aplicações via internet a partir de 50 reais.
Já ouvi muitas histórias, principalmente nos Estados Unidos de grupos de mulheres (de todas as idades) que estão ganhando dinheiro de verdade através de grupos de investimentos que são feito pela internet, nem precisam sair de casa.
E se você não é mãe, muito menos casada, não desanime porque lá também tem orientações para você e neste caso, eu fico até com inveja, porque queria eu ter tido esse click lá na minha solteirice e ter começado mais cedo a entender e aprender a investir no mercado de ações.
Mãos à obra!
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Post patrocinado e como sempre fazemos questão, toda a liberdade para escrever nossa real impressão e opiniões.
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