Nós no Amélias, reaproveite!

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Clique aqui para ler todo o artigo : http://inblogs.com.br/amelias/bemestar/vamos-reaproveitar

CICLO COMUNICAR SUSTENTABILIDADE

ciclosustentabilidadeCom a proposta de ser um espaço aberto para criação e difusão de conhecimento, a comunidade do Nós da Comunicação, em parceria com seus colaboradores, me convidou para participar do Ciclo Comunicar, evento on-line que durante uma semana aborda um assunto específico do ambiente empresarial  à luz da comunicação. Após destacar os temas ‘Saúde’, ‘Relacionamento entre Empresa e Imprensa’ e ‘Educação’,  entre os dia 15 e 22 de junho, todas as seções do Nós estarão dedicadas à Comunicação e Sustentabilidade,

CICLO COMUNICAR SUSTENTABILIDADE

Nosso artigo foi publicado hoje e o tema sugerido para nossa participação foi relacionado ao Futuro do Presente e tivemos o maior prazer falar da necessidade de cada um promover mudanças pessoais para promover as mudanças coletivas.

Leia: http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=135&tipo=G

Chat com Sérgio Besserman

Hoje, 16 de junho, às 11h, haverá um chat com o economista Sérgio Besserman, ex-presidente do IBGE, professor da PUC-RJ e comentarista de Sustentabilidade no canal Globonews e na rádio CBN. O bate-papo será sobre  Comunicação e Sustentabilidade em tempos de crise.

Não deixe de visitar e ler os artigos do Ciclo Comunicar Sustentabilidade.

Como descartar óleo de cozinha? Faça sabão!

Você sabe como descartar o óleo de cozinha usado? Poupe dinheiro aprendendo a fazer sabão em casa.

Segundo especialistas, quando o óleo segue para a rede de esgotos, encarece o tratamento dos resíduos em até 45%.

Mas o que fazer então? A melhor alternativa é procurar alguma empresa ou entidade que reaproveite o produto. Nesse caso, basta armazenar o óleo já frio em uma garrafa PET ou qualquer outro frasco com tampa e fazer a doação. Não é necessário coar. 

Esse óleo usado é transformado em resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais, biodiesel, produtos de agropecuária e matéria-prima para fabricação de outros produtos.

Quando jogado diretamente na pia ou no vaso sanitário, além de ir parar diretamente nos rios e nos mares, o óleo pode entupir as tubulações de sua casa ou da rede publica. Cada litro de óleo contamina até 20 mil litros de água. São fatores que encarecem o tratamento da água para o consumo humano.

Prejuízos do óleo de fritura ao meio ambiente: 
• Impermeabilização do solo, contribuindo para aumento de enchentes;
• Prejuízo à oxigenação da água dos rios, causando danos à fauna aquática;
• Mau cheiro e poluição;
• Entupimento das tubulações.

Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha usado no dia-a-dia:

•    5 litros de óleo de cozinha usado;
•    2 litros de água;
•    200 mililitros de amaciante;
•    1 quilo de soda cáustica em escama.

Como descartar?

Como descartar fezes de animais sem usar saco plástico?

Recebi essa pergunta por e-mail (ofuturodopresente@gmail.com) e achei interessante postar a resposta por aqui. É importante frisar que minha resposta tem cunho pessoal e não está relacionada a nenhum artigo técnico ou informação oficial de nenhum órgão público ou privado.

Por isso, estou à disposição para críticas, sugestões e correções quanto aos meus procedimentos.

Pergunta: 

Olá… gostei muito do seu blog. Ainda que tenha passado por ele meio rápido. Tenho uma dúvida e gostaria da sua ajuda. Temos acompanhado o combate aos uso das sacolas plásticas, sabemos que é realmente uma agressão ao meio ambiente mas em casa usamos as sacolas para recolher o lixo (se não uso as sacolas uso os sacos plásticos para lixo). Temos cinco cachorrinhos (lindos) e claro produzem muitas fezes as quais são recolhidas também nas sacolinhas plásticas. Existe algum tipo de embalagem que também possa ser usada para o lixo e fezes de animais?Pode parecer bobagem mas fico pesarosa em saber que estou “contribuindo” com a destruição do meio ambiente.

Um grande abraço, parabéns por sua iniciativa. 

Ass.: J. – Goiânia/GO

 

Resposta:

Oi, J. , tudo bem? 

Nenhuma pergunta é bobagem. É melhor perguntar e aprender, não é mesmo. Eu sou a maior perguntadora que conheço depois dos meus filhos…rs…

Essa questão das fezes de animais é complicada mesmo. Na verdade, vou responder por minha experiência pessoal e espero poder ajudá-la.

O consumo de sacolas plásticas ainda é necessário pois temos que armazenar nosso lixo em algum saco. O que precisamos é reduzir o consumo para no futuro, pensarmos em produzir alternativas para eliminar o uso completamente. Como é o caso da compostagem caseira do lixo doméstico orgânico mas mesmo neste caso, as fezes de animais não se incluem.

Com relação às fezes, eu que tenho cachorro, não uso nenhum tipo de embalagem para elas. Mas o meu caso é  diferenciado porque moro em casa e ele faz suas necessidades no jardim. O que não é recomendado tampouco mas , no caso de fezes mais moles, sempre recolhemos e lavamos a área com água. Preferi desta forma para não sujar jornal com dejetos orgânicos, impossibilitando sua reciclagem. E sempre fazemos exames nas crianças da casa para ver se estamos procedendo de forma eficaz. Nunca tivemos qualquer problemas com os exames das crianças, acredito que também por estarmos atentos à saúde do nosso companheiro canino. Isso é fundamental. 

Outro ponto importante é que meu cachorro é de pequeno porte, como suas fezes. :0)

E também só se alimenta de ração. O que faz com que elas sejam secas e firmes. Como você não me especificou esses dados, não sei se teria condições de fazer como eu faço porque  a situação muda de acordo com a quantidade de cachorros (no seu caso, 5), porte e alimentação.  Comprei uma pá só para este fim (que depois do uso é lavada) onde recolho as fezes no jardim sem usar papel ou saco nenhum. Depois jogo as fezes no vaso sanitário pois são pequenas e secas e não fazem nenhuma sujeira no mesmo. Sendo assim, não consumo nenhum saco plástico para me desfazer das mesmas e elas são encaminhadas para tratamento de esgoto junto com as fezes humanas.

Já tentei informações a respeito junto à Cedae mas o link do site não funciona, mas até onde sei os dejetos animais de fazendas e afins é descartado para tratamento desta forma como no caso de lavagem de criadouros onde a água com dejetos vai para o sistema de esgoto. Até porque não acredito que os dejetos devam ser jogados no lixo comum junto com o lixo orgânico pois eles serão destinados ao lixão e com certeza, fezes no lixão não deve ser recomendado.

 No caso de recolhimento de fezes da rua quando passeamos com nosso cachorro, devemos recolher com saco plástico e depois descartar no vaso sanitário. Contudo, sabemos que nem sempre é possível. 

 Outro drama é com as fezes de cachorros da vizinhança na minha calçada. Como não sei as condições de saúde e são fezes enormes, não recolho para dentro de casa e morro de nojo de recolher seja com a pá ou com saco plásticoFico indignada com a cara de pau dos vizinhos em soltarem seus cachorros de grande porte (os de pequeno porte não são soltos na rua) para defecar na rua e nas calçadas e portas dos outros. Jogamos as fezes para perto do bueiro. 

Se quiser/precisar manter o uso das sacolas plásticas, recomendo procurar por sacos plásticos biodegradáveis que são menos agressivos ao meio ambiente, embora não sejam a solução para o problema causado pelas sacolas plásticas. O ideal é evitar o uso sempre que possível, seja das normais ou das biodegradáveis.

 Bem, é isso. Espero ter ajudado.

 Um grande beijo.

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Ana Cláudia Bessa

Série: My Great Idea – Casa Verde

A idéia agora é educar os pequenos a saber reciclar também em casa. Muitos já tem a consciência, puxam as orelhas dos pais, mas efetivamente não sabem como fazer.

Então por que não reaproveitar uma caixa (aqui no caso de papel de computador) e transformá-la em um recipiente para acolher papel para reciclagem.

Chamativa, colorida e convidativa. Fazer juntos com os filhos torna o trabalho mais interessante e a tarefa mais prazerosa e não só para papel, mas outros materiais também.

Até a próxima

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Cristiane A. Fetter

Série: My Great Idea – Casa Verde

A Idéia desta semana é dar um estímulo aos filhotes para ajudarem nas tarefas de casa, além do que ter uma casa “verde”.

Reciclar materiais, gastar menos energia elétrica e comprar menos produtos ou seja fazer menos lixo.

E como as crianças podem ajudar?

A dica aqui é utilizar meias usadas com cara de coelhos (acho que valem outros animais) para tirar o pó dos móveis. Criativo, interessante e instrutivo, eu gostei desta idéia.


Até a próxima.

Continua

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Cristiane A. Fetter

Como descartar: ÓLEO DE COZINHA – parte 4???

O texto abaixo foi recebido por e-mail e deve ter circulado por muitas pessoas. Eu vou postar aqui sem ter nenhuma certeza se realmente ele expressa a verdade. Mas vou fazer isso porque , chata que sou, costumo conferir telefones e 0800 de alguns e-mails que recebo. Faço isso, por exemplo, com aqueles e-mails de pedido de ajuda, como já contei aqui. Contei também que NUNCA estes telefones funcionavam e que por isso, eu deletava essas mensagens sem pena. Lembram?

Pois então, logo abaixo vocês verão um 0800 que não existe. Entrei no site do mercado e não há 0800 para atendimento (só encontrei 0800 de atedimento para o cartão de crédito e 0800115060 para vendas pela internet que somente funcionam de segunda a sexta – e era um sábado quando tentei). Tentei contato via chat e também durante a semana. Aí, parti prá agressão…risos…fui procurar o telefone da loja mais próxima da minha casa. Achei! Mas ninguém atendeu. Tentei a mais longe, ninguém atendeu. Tentei no meio do caminho, ninguém atendeu.

Portanto, não sei se há coleta de óleo neste mercado como registra o e-mail mas postei mesmo assim prá gente sempre ter certeza de que nunca se deve ter certeza das coisas que circulam pela internet. Pelo menos, antes de checar. Se alguém souber da veracidade, me grita…risos

“As lojas do Extra, que já reciclam outros tipos de resíduos, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!

Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida? E ainda provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.

Como fazer:Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa PET daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite-a no coletor de lixo de cor marrom da loja Extra, indicado para esta finalidade.Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.

Se o Extra mais perto de sua casa ainda não tem o coletor apropriado, ligue para o SAC da empresa: 0800-773-2732, e peça para que seja providenciado.

Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto.

Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e não no esgoto.

Não esqueça: o Coletor Marrom está disponível em todas as Lojas do Extra.

.Se você quer ajudar mais:Divulgue este post para todas as pessoas que assim como você se preocupam com nosso Planeta.

É assim que ajudamos a construir um mundo melhor.”

(texto integralmente copiado de mensagem que circula na internet)
________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
Leia +

Como descartar óleo de cozinha – partes 1,2 e 3:

COMO DESCARTAR vidro

Por que reciclar vidro?

Porque usar vidro reciclado poupa o meio ambiente(economizando recursos naturais como areia e caucário), é um material 100% reciclável, e a adição de cacos na produção reduz o tempo de fusão, economizando energia. Atualmente o Brasil recicla 35% das embalagens produzidas e este, é um número muito baixo comparado a outros países como a Suiça (84%) e a Alemanha (75%).

A Cisper mantém um posto de coleta na Mangueira no Rio de Janeiro.

A Quintessência, uma farmácia de manipulação no Rio de Janeiro, lançou a campanha ESTOU VIDRADO NESTA IDÉIA que estimula seus clientes a devolver os vidros de medicamentos vazios nas lojas para reciclagem.

Veja, a seguir, outros dos muitos programas de reciclagem que estão em andamento:

Angra dos Reis/RJ – foi criado para solucionar problema do lixo em áreas de difícil acesso. Organizado pela Prefeitura, o programa começou pequeno em 1990. Em 1997 forneceu à CISPER 231 toneladas de vidro.

Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro/RJ – foi estabelecida uma parceria com a COMLURB. O programa teve como desafio inicial, implatar 18 cooperativas distribuídas estratégicamente nos diversos bairros. O volume de vidros fornecido por cada cooperativa hoje é de 10 ton./mês por bairro.

Belo Horizonte/MG – A SLU (Companhia de Limpeza Urbana), com o apoio financeiro do BENGE e do Fundo Monetário de Meio Ambiente, foi responsável pela distribuição de 50 containers em pontos estratégicos até 1997. O programa tem forte divulgação e apelo social: os recursos obtidos são repassados a Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte.

Projeto Reciclareando – organizado pela Psicóloga Maria José da Silva Nesi de Souza, consiste em reciclar o lixo inorgânico de escolas e condomínios de São Paulo e ABC Paulista através do sistema de troca por gêneros de necessidade.

São Paulo/SP – a COPLANA – Cooperativa dos Plantadores de Cana de Guariba, tem como objetivo reciclar as embalagens do produto. A coleta vai para uma central de triagem que separa os diversos materiais (vidro, plásticos, metal) e os encaminha para as respectivas indústrias.

Niterói-RJ – a Empresa CLIN , através do programa RECICLIN, mantém vários eco-postos de coleta e já faz coleta seletiva em vários pontos da cidade. Basta contactar a empresa por telefone ou através do site para verificar a possibilidade de cadastramento do seu enderço no roteiro da coleta.

Preservar a natureza é preservar a nós mesmos!

fontes:
Encarte Razão Social – Jornal O Globo- No.54 de Nov/2007
Uol blog Ciências: http://ciencias.zip.net/
Publicado originalmente em 03 de dezembro de 2007

Como descartar: ISOPOR

Isopor também pode ser reciclado
Fernanda KalafEspecial para o UOL Ciência e Saúde

Ao ouvir falar sobre os danos causados ao ambiente pelo descarte incorreto do poliestireno expandido (EPS), popularmente conhecido como isopor, muita gente até percebe que contribui com a degradação, mas não sabe como evitá-la. Afinal, o isopor está hoje associado a um número cada vez maior de hábitos de consumo: das bandejas de padarias e supermercados às embalagens de proteção e até peças da construção civil.

Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens trazidos do exterior. Mas, ao contrário da crença espalhada no país, o EPS é totalmente reciclável e já existem algumas empresas no Brasil que o reutilizam.

O presidente da Abrapex, Albano Schmidt, conta que metade da produção nacional de isopor é usada na construção civil e fica incorporada à obra, mas o restante poderia ser transformado. “Não temos dados concretos sobre a quantidade de EPS reciclado, mas estimamos que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado”, afirma.

O poliestireno expandido (EPS), ou isopor, é totalmente reciclável; algumas empresas já desenvolvem programas com esse fim

Os principais entraves para que o produto não acabe flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros sanitários são a falta de conscientização da população – que coloca o material no lixo comum – e as características físicas do isopor – leve e volumoso -, que dificultam seu armazenamento e transporte.

Coleta

Apesar das dificuldades, há quem já esteja trabalhando com o reaproveitamento do isopor. A cooperativa paulistana Coopervivabem começou a recolher e a vender o EPS em janeiro de 2007 e hoje funciona como um ponto de coleta para as outras cooperativas de reciclagem da cidade: ela compra o produto sujo, faz a remoção de fitas adesivas, papéis, grampos e outros materiais e o revende. “Antes o isopor não tinha finalidade nenhuma, ia parar no lixo. Agora, já tem valor comercial que torna a coleta viável”, diz Elma de Oliveira Miranda, tesoureira da Coopervivabem.

O valor a que Elma se refere, no entanto, ainda é baixo se comparado com materiais mais caros, como o alumínio ou as garrafas PET. Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40, R$ 3 a menos do que o quilo do alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET. Mesmo assim, Elma e os outros 63 cooperados animam-se com a perspectiva de complementar a renda. No primeiro mês da ação, foram recolhidos 1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de 4.273 quilos por mês. “Aconselhamos a população a sempre enviar o EPS para a reciclagem. Se o ponto de coleta não tiver um recipiente próprio, é só colocar junto com os plásticos”, declara.

Transformação

Depois de limpo, o isopor da Coopervivabem é encaminhado para a Pró-Eco, única recicladora totalmente dedicada ao EPS no Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume. “Nos baseamos em uma tecnologia coreana para desenvolver uma máquina portátil, de apenas um metro quadrado, que viabiliza o transporte e o armazenamento do isopor”, afirma Daniel Cardoso Fernandes, gerente de produção da empresa. Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos, cabides e réguas.

Fernandes explica que a Pró-Eco tem capacidade para processar 600 toneladas de isopor mensalmente, mas que até agora só conseguiu transformar 100 toneladas por mês. Os motivos para a ociosidade da indústria, segundo ele, são a pouca conscientização da população e das empresas geradoras de embalagens de EPS, além da dificuldade logística causada pelo grande volume e pouco peso do produto. “A situação precisa mudar. Nos aterros sanitários, por exemplo, o isopor funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a expulsão dos gases resultantes da decomposição“, alerta.

Além do processo feito pela Pró-Eco, existem ainda outras formas de reciclagem mecânica – que reintroduz o material triturado em novas peças de EPS, especialmente em blocos para construção – e de reciclagem química, que dissolve o produto para a fabricação de colas, solventes, solados de calçados e outros.

Parcerias

Outras medidas adotadas para mudar a situação do isopor no pós-consumo são as parcerias fechadas entre a Abrapex e grandes redes varejistas para que cada uma delas funcione como ponto de recebimento do EPS levado pela população. De acordo com Schmidt, a ação ainda é tímida e apenas algumas unidades de marcas conhecidas pela população, como Wal-Mart, Magazine Luiza, Ponto Frio e Casas Bahia, já aderiram ao programa. A associação também vem trabalhando junto a prefeituras que têm coleta seletiva, para conscientizar tanto as administrações quanto a população sobre o destino adequado do isopor.

Para saber onde deixar o EPS na sua cidade ou bairro, entre em contato com a secretaria responsável pela coleta seletiva de sua prefeitura ou com a Abrapex, pelo site http://www.abrapex.com.br/ou pelo e-mail eps@abrapex.com.br . Na cidade de São Paulo, é possível obter informações pelo Alô Limpeza, no telefone 156.

Como descartar: ÓLEO DE COZINHA – parte 3

Moro em Passos/MG e trabalho em uma Cooperativa – coperpassos a qual há um mês inaugurou uma usina de Biodiesel e está utilizando o oleo de cozinha já usado para a produção do biocombustivel, estamos fazendo um trabalho de conscientização em todas as escolas da rede municipal e estadual bem como nos estabelecimentos comerciais para falar a respeito dos dejetos e do seu grau de poluição e também das questões relacionados à saúde.
Se houver uma quantidade suficiente de oleo em sua cidade podemos estar recolhendo estes produtos.

Contatos pelo telefone (35)9134-3913
Com Carlos Cardoso – Carlinhos

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COMO DESCARTAR óleo de cozinha
COMO DESCARTAR óleo de cozinha 2