A Asma e a volta ás aulas

Estava lendo um artigo sobre asma na escola e, quando li sobre os cuidados na escola (realizar pinturas, obras etc. durante as férias), lembrei de uma situação muito triste, e acho importante que isso fique bem claro em todos os lugares frequentados por asmáticos. É pra alertar, não quero assustar, mas mostrar como é importante a gente estar ligada em tudo, e ensinar à criança ou adolescente a ficar ligado em tudo.

Uma colega de escola era asmática, e estavam fazendo uma troca de piso na academia que ela frequentava. Só que a academia ficou funcionando normalmente, e ela foi fazer aula. Teve uma crise e não resistiu. Ela provavelmente nem pensou que não poderia fazer aula naquelas condições, pois talvez nunca tenha sido alertada. Já era grandinha (foi no ano em que entramos para a faculdade), então não estava acompanhada dos pais, que talvez a tivessem impedido se tivessem visto a situação. E a academia, claro, foi irresponsável.

Portanto, a gente precisa viver a vida e deixá-los ser crianças/adolescentes, mas chamando atenção para esse tipo de coisa.

Eu faço muito isso com as meninas: mostro situações em que as pessoas poderiam ter escolhido agir de outra forma e ter suas vidas poupadas (recentemente, foi uma história sobre pegar carona com alguém que bebeu). Conto e pergunto o que entenderam, qual a conlusão que podemos tirar e tal. Tem funcionado, espero que levem isso para a vida, quando forem mais independentes.

A gente não pode impedir tudo, mas pode fazer força pra criar uma boa base.

Vida de mãe é dura mesmo.

E a gente passa a entender os sufocos pelos quais fez nossas mães passarem, né?

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Texto de Silvia Schiros

[imagem: http://noticias.r7.com/saude/noticias/veja-como-se-prevenir-dos-sintomas-da-asma-no-verao-20100201.html]

Pensamentos que nos fazem pensar

«Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para nossos filhos e, esquece-se da urgência de se deixar filhos melhores para nosso planeta.»

- Chico Xavier

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Escola pra quê?

Hora de ver matrículas, novas escolas, rever conceitos, começar uma nova etapa…enfim…uma das mais difceis! Vamos começar a postar textos sobre escola.Temos bastante coisa, de vários autores que vale a pena rever. Veja se voc~e se identifica!

 

Eu sempre tentei respeitar a velocidade das crianças, o desenvolvimento natural delas.
Essa foi uma preocupação desde o parto. Embora tenham terminado em cesáreas, o que nunca desejei para os dois, a bolsa rompeu indicando que o processo natural havia se iniciado. Meu corpo deu o sinal.

Na primeira gravidez, me planejei em ficar em casa durante, pelo menos, o primeiro ano sem me preocupar em ter que parar a amamentação exclusiva ou em deixar meu bebezinho tão pequeno, aos cuidados de terceiros. Contudo, engravidei, de novo, oito meses depois !
Depois de recuperados do susto…rs…resolvi que ficaria em casa também até que ele completasse um ano, pelo menos…. E cá estou eu, ainda em casa e eles já tem dois e três anos, respectivaqmente…rs…
Mas como resistir a ficar em casa com eles? Como resistir a estar presente, vendo (e fotografando!) cada primeiro dentinho, cada primeiro sorriso, cada primeiro passo, cada primeira palavra. Acompanhando seu desenvolvimento, participando, e cuidando deles da forma como queremos que sejam cuidados. Trabalho desde os 17 anos, me dei o presente de curtir os primeiros anos deles em toda a sua plenitude!

Por isso, nunca tive pressa em colocar nenhum dos dois na escola. Sei que as crianças em escola desenvolvem mais rápido e talvez isso não implique em precocidade mas que mal há em se manter a criança acordando na hora que quer, curtindo a vida em família, sem ter compromisso e horários durante os primeiros anos de vida?

Acontece, que agora, o mais velho está expressando o desejo de ir para a escola e eu comecei a visitar algumas escolas com ele. E ele amou! Pergunta quando ver os amiguinhos na escola, quando chega lá, corre, brinca, conversa…
Chegou a hora dele.

E aí, que escola escolher?
Comecei a ler a respeito das metodologias existentes.
Mandei e-mail para várias escolas (e só 10% me respondeu de volta) e fiz muitas observações nos sites e nas visitas que fiz.

O que eu espero de uma escola para crianças de 3 anos e meio de idade?

E me deparei com escolas que têm aula de informática, dever de casa, livro de matemática!Pra quê, gente?Eu gostaria de encontrar uma escola focada no desenvolvimento natural da criança, que o ajudasse a usar sua energia e disposição para brincar para lhe ensinar coisas importantes como proporção, tamanho, texturas, volumes, luminosidade, animais, habitats, artes, formas, histórias, brincadeiras, cores, sons, música…Tem tanta coisa do mundo que ele tem pra conhecer e vivenciar antes de ter dever de casa ou aprender a usar um computador!
Leia mais:
Educação escolar no blog:  http://futurodopresente.com.br/blog/?cat=2758

(Essa semana recebemos uma mensagem pedindo indicações de escola. Como não temos indicação de escolas específicas, optamos por relembrar alguns textos onde falamos sobre a escolha da escola, publicado em 20/11/07.)

R$120mil para 20 projetos de educação infantil, ambiental e para o trabalho

Conseguir investimento e verba para tocar projetos sociais é uma luta. Por isso, achei interessante divulgar esta iniciativa do Banco Itaú que beneficiará 20 projetos em áreas que tem tudo a ver com o futuro:  educação infantil, educação ambiental e educação para o trabalho. São R$120 mil reais (brutos) por projeto mais treinamento.  Se seu projeto tem o perfil, inscreva-o! As inscrições vão até terça-feira, dia 30 de agosto!

Abertas as inscrições do processo seletivo do FIES (Fundo Itaú Excelência Social), que destinará R$ 120 mil a cada ONG selecionada

Em 2011, serão selecionados 20 programas nas áreas de educação infantil, ambiental e para o trabalho. Cada um receberá R$ 120.000,00 e apoio técnico para aprimorar a gestão e a sustentabilidade de suas ações. O restante do recurso será aplicado em suporte técnico, monitoramento e formação dos gestores das ONGs. Serão destinados ainda R$ 300 mil ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil. No total, o FIES fará um investimento social de R$ 3,4 milhões neste ano.

ONGs interessadas em receber apoio financeiro e técnico devem inscrever-se em http://bit.ly/qT4HdN até 30 de agosto para participar do processo seletivo.

Serão selecionados e apoiados projetos de três categorias. Os de educação infantil envolvem ações executadas por organizações registradas nos Conselhos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e destinam-se ao desenvolvimento de crianças com idade até 5 anos. Os projetos de Educação Ambiental dirigem-se à formação de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com o objetivo de promover conhecimentos necessários para a preservação e melhoria da qualidade ambiental, realizados por organizações registradas nos CMDCAs. Já os de Educação para o Trabalho preparam adolescentes e jovens de até 24 anos para o mercado de trabalho.

O Fundo Itaú Excelência Social (FIES) só investe em ações de empresas socialmente responsáveis e destina 50% de sua taxa de administração para programas sociais desenvolvidos por organizações não-governamentais. Segundo dados do fundo, desde sua criação, o Programa de Investimentos Sociais do FIES (PIPS FIES) já repassou mais de R$ 16,6 milhões a programas de 97 ONGs, beneficiando 18.467 crianças e jovens e 1.713 educadores.

Acesse o site, www.itau.com.br/fies, saiba mais sobre o FIES.

 

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Agradecer é preciso!

 

Para ver tudo sobre nossa postagem:

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2011/08/escolas-nao-desistam-de-nos/

Escolas, não desistam de nós.

Nossa blogagem coletiva termina dia 17 de agosto. Corra! Conte sua experiência, republique sem medo um texto já escrito sobre o assunto. Blogs são rios…tem sempre gente nova na margem olhando!

 

Olá querida escola do meu filho,

eu te escolhi porque acreditei que ali iria encontrar o ensino na qualidade que acho adequada para o meu filho. Ali, deposito minha confiança de que meu maior tesouro estará sendo cuidado com carinho, atenção e competência. Acredito que é nesta instituição que ele vai receber os primeiros, porém decisivos, ensinamentos de forma a desenvolver o gosto pelo estudo e pelo conhecimento. É neste ambiente também que ele vai começar a se socializar com outras crianças e a entender que existe um outro mundo, bem diferente e menos seguro que os limites dos braços de nós, pais.

Isso tudo é tão importante.

Mas sinto falta de participar mais da escola. Não que eu não participe porque eu não queira. Mas porque não sou solicitado.

Sei bem o quão vazias são as reuniões escolares. Eu vejo, estou em todas elas. Mas não posso aceitar que a falta de quórum desestimule a escola a nos solicitar ou a criar oportunidades mais diversificadas de aproximar, nós pais, da escola de nossos filhos. Acho tão importante que a escola e pais estejam “afinados” na forma de conduzir a educação escolar e familiar de nossas crianças!

Não importa quem não vai. A mim, me importa quem vai. A mim, me importa que eu estou lá e que existem alguns pais como eu, mesmo que poucos, que enxergam de verdade a importância de nossa presença junto à escola. Além disso, acredito, que havendo oportunidades mais frequentes e menos espaçadas, cada dia teremos mais pais na escola. E quanto mais envolvente e interessantes forem estes encontros, mais pais se sentirão motivados a trazer outros pais. Entendo as dificuldades, principalmente das escolas menores em se mobilizar para manter a escola aberta fora do horário. Mas é preciso empreender este esforço. Porque na falta dele, as únicas pessoas que perdem, são as crianças, nossos filhos, seus alunos.

Há tantas coisas que podemos fazer juntos para mudar isso. Mas nunca, ninguém me perguntou a minha opinião a respeito. Sinto, sinceramente, que inclusive, caímos no erro de reclamar mais do que realmente procurar soluções para aumentar o número de pais participantes. Temos alguma mãe ou pai que possa contribuir de alguma forma com um assunto ou oficina direcionada para os pais e que tenha um foco educacional ou com referência a educação de nossos filhos? A escola pode promover sessões de filmes ou documentários educacionais voltados para os pais? Podemos fazer saraus? Passeios, piqueniques? Podemos criar um grupo de estudos compostos por pais que se reúnem na escola? Podemos conviver mais e desenvolver uns nos outros o espírito participativo?

Na minha humilde opinião, não são os pais que precisam bater na porta da escola de seus filhos. Nós fazemos isso e sempre somos bem recebidos INDIVIDUALMENTE. O que precisamos é ser recebidos pela escola coletivamente, trocar ideias, opiniões, encontrar soluções para dúvidas e angústias comuns com relação à educação escolar de nossos filhos. Só que esta iniciativa precisa partir da escola, porque a escola tem experiência no assunto. Os educadores da escola são profissionais, estudaram e trabalham com isso, inclusive há anos, décadas. Nós somos pais, nunca fomos antes, não fizemos nenhum curso de formação para a parentalidade e nos casos dos pais de crianças pequenas, somos pais de alunos completamente inexperientes. Acredito que precisamos muito da ajuda da escola para sermos melhores pais de alunos, para entender como nos comportar em casa com relação ao ensino, como orientar melhor o dever de casa, como educar para que eles sejam alunos melhores, para que sejam colegas de classe melhores, para que nos comuniquemos melhor com seus professores. Tudo isso para melhorar a qualidade de ensino e aprendizado de nossos filhos que não só são nosso maior tesouro mas também o motivo maior da escola existir.

Somos educadores também, e a sociedade precisa entender a importância de incluir os pais em tudo o que se refere à educação de seus filhos, que nada menos são que os futuros cidadãos que estarão agindo, interagindo e interferindo na sociedade dentro de alguns anos. Na minha opinião, que é leiga, mas onde há uma boa pitada de bom senso, a educação do futuro e para o futuro, não poderá passar sem a participação efetiva dos PAIS NA ESCOLA.

Sabemos que existem pais que simplesmente não querem ser chamados e que querem que a escola resolva as questões escolares sozinha. Mas também sabemos que muitos pais trabalham fora e que se esforçam para estarem presentes e nem sempre conseguem. Assim como existem aqueles que sempre ou quase sempre vão, que querem e se esforçam para melhorar a si mesmos e à escola. Dito isso, peço encarecidamente, mesmo que sejamos poucos, não desistam de nós. Estamos esperando o convite mais frequente para estarmos junto á escola.

Muito gratas e gratos.

(Este texto não se refere apenas a experiência pessoal, mas a experiências trocadas constantemente entre mães e pais, através de nosso blog, grupos de discussão, redes sociais, em diversos estados e diversas escolas)

autoria: Ana Cláudia Bessa

Este texto também é uma proposta de blogagem coletiva. Caso tenha gostado do conteúdo e se identificado com ele, pode publicá-lo em seu blog, é necessário apenas a citação da autoria e um link para cá para que nós possamos identificar sua participação na blogagem coletiva. Outra forma de participar é publicidando sua própria carta. Mande-nos o links dela para também incluirmos na postagem coletiva “Pais na Escola”.

 

Já estão participando de nossa blogagem

(se seu link não consta aqui, nos envie por e-mail: falecom@futurodopresente.com.br) :

blog Mimirabolantes: http://mimirabolantes.blogspot.com/2011/07/pais-x-escolas-blogagem-coletiva.html

Escola Virtual de Pais: http://escolavirtualparapais.blogspot.com/2011/07/familia-escola-uma-parceria-fundamental.html

Professora Sylvia : http://sylvia-professorasylvia.blogspot.com/2011/07/escolas-nao-desistam-de-nos-blogagem.htm

blog Educa Já : http://educaja.com.br/2011/07/o-educar-e-a-parceria-escola-familia-blogagemcoletiva.html

blog Fora do Manual :   http://foradomanual.blogspot.com/2011/08/blogagem-coletiva-pais-na-escola.html

blog Presente da Deusa :  http://presentedadeusa-2.blogspot.com/2011/08/escolaescolha-e-decepcao.html

Cris Guimarães : http://crisgms.blogspot.com/2011/08/atrasada-mas-com-carinho-blogagem.html

Artesanato, escola e reciclagem. Funciona,mesmo?

Quem é pai e mãe  de criança sabe: datas comemorativas e aula de artes andam sendo constantemente acompanhadas de pedidos para que os pais separem caixas e embalagens para as crianças fazerem ARTE. Pais que somos, sempre elogiamos o esforço dos filhos e recebemos com alegria e carinho aquele presente.

Mas sendo racionais, temos que admitir que apesar do carinho e do esforço de nossos filhos queridos, a maioria destes presentes acabam não sendo aproveitados ou utilizados e alguns vão, cedo ou tarde, invariavelmente para o lixo.

Somado a isso, é comum as escolas solicitarem materiais e embalagens para reaproveitamento sem aviso prévio e com uma  certa urgência.  E aí vem a pergunta:  quando você não tem a embalagem de iogurte, por exemplo, você deixa de enviar, pede pra vizinha,  ou corre no mercado e compra a embalagem para mandar para a escola?

A intenção da escola, claro, é incentivar e ensinar as crianças (e as famílias) a inserir a reciclagem e o reaproveitamento nas nossas rotinas e nos hábitos das crianças. A intenção é indiscutivelmente a melhor possível. Mas a gente precisa aplicar todo o nosso bom senso (e as escolas também e principalmente) e pensar que a partir do momento que precisamos comprar o iogurte (vamos continuar no nosso exemplo do iogurte) para enviar a embalagem para a escola, a reciclagem não só perde o sentido como inverte já que temos que consumir para reciclar (oi?).  Fora que no caso do nosso exemplo ( o iogurte), para “descartar”um potinho para a arte da escola, normalmente, se compra SEIS!

Ecologicamente, me pergunto sempre, se além de tudo isso, essa arte não prejudica a reciclagem destas embalagens. Tinta, cola, mistura de materiais…. será que essa atitude não é , de certa forma, ilusória, mas também realmente prejudicial ao meio ambiente?

Então, o que nós devemos fazer?

Vejo que mais uma vez, todos nós temos que fazer a nossa parte.  A escola precisa se colocar à frente nesta tarefa. Principalmente, porque é ela que solicita o material e planeja a atividade. Este planejamento precisa ser feito com antecedência para que a família possa ter tempo hábil para consumir determinadas embalagens.  Por exemplo, nós aqui na minha casa, não somos muito de tomar leite, portanto, uma caixa de leite, duuuuuura. Precisamos de tempo para esvaziá-la.  Ou então, preciso de tempo para conseguir com alguém a referida embalagem, que também precisa de algum tempo para esvaziar a mesma.  Na minha cabeça de leiga em educação escolar,  eu penso que a escola precisa se colocar à frente pelo simples fato de que ela está educando para o futuro. Sendo assim, não posso aceitar que a escola se comporte com  o pé no passado.  Para isso, é fundamental o planejamento por parte da escola. A escola precisa pedir aos professores de artes um planejamento das atividades que exijam materiais visando a reciclagem. Só assim poderemos garantir que estamos realmente agindo e educando em prol do meio ambiente.  Outra coisa importante é a finalidade da arte-embalagem.

Primeira coisa neste quesito: a arte precisa ser bonita. E aí, que  me desculpem os professores de artes, mas é difícil achar um trabalho que de fato nos surpreenda. Chego a me perguntar em que aquele trabalho está educando. Porque às vezes são rabiscos aleatórios que parecem não ter tido nenhuma orientação. Tudo bem, eu sou a favor da liberdade de expressão, ainda mais das crianças mas um presente não é um momento de colocar em prática para os pais vem  o  sendo trabalhado pela criança? Porque de certa forma, também para diminuir a chance de ver essa arte ir para o lixo com o tempo, é importante que seja bonita. Vamos falar a verdade, coisas feias  viram lixo, muito rápido. Fazer por fazer sempre, não dá.

E esperar que os pais critiquem ou dizer que ninguém nunca reclamou, é inaceitável (escolas adoram falar isso: ninguém reclamou….). Tô prá ver nascer um pai ou mãe que chegue na escola para dizer: olha, aquele presente do meu filho foi muito feio e joguei no lixo porque além de tudo, não serve pra nada!  E eu que sou sincera em grau avançado não consigo fazer isso. Imagine os pais mais reservados…

Puxando o gancho, é bom que o tal presente seja útil. Não é fundamental mas…. terá duas vezes mais valor.  

Resumindo, a primeira preocupação da escola: tempo.

Segundo, planejamento.

Terceiro,  beleza.

Quarto: utilidade.

Isso tudo porque, uma vez que essas coisas forem para o lixo, elas raramente serão recicladas porque estão totalmente misturadas a outros produtos como colas e tintas.

Agora, e a nossa parte como família ?

Precisamos cobrar e questionar da escola uma postura mais condizente com a educação para o futuro. Se a escola pede um material que não temos, precisamos perguntar qual o tempo temos para enviar. Questionar o planejamento da tarefa: quais as tarefas, no decorrer do ano, que vão precisar deste tipo de material? Com que antecedência esses materiais serão pedidos?

Feito isso, vamos à nossa casa. Como agir quando não temos o material? Compramos? Náo! Isso não tem sentido. Estaremos gerando lixo para reciclar? Isso não faz sentido. Precisamos sim, dar destino a itens que de fato estamos consumindo.

Mas aí, e os filhos? Ficam sem fazer a atividade? Neste ponto, precisamos voltar à escola. E conversar com eles para dizer que não temos determinado material ou que não conseguiremos o mesmo a tempo da atividade e que queremos saber o que será feito com as crianças que estão nesta situação. Temos material alternativo? Nada será feito? Enfim…esses questionamentos são importantes para que não sejamos passivos com a educação  dos nosos filhos para a sustentabilidade.

Eu vejo esta postura como fundamental para mostrar à escola nosso desejo, nossa determinação, nosso empenho e comprometimento,  e nossa postura ativa, questionadora e em busca do aprimoramento do comportamento da família e da escola para plantar as sementes da sustentabilidade e não da ilusão.

E por aulas de arte que nos surpreendam! :)

 

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[imagem: getty images]

Criar uma pessoa devia ser a coisa mais importante do mundo

 

Essa semana pensei muito nisso. Muito mesmo.

Os pais delegam seus filhos às escolas.

As escolas se vendem como meros prestadores de serviço.

A sociedade trata os pais mais dedicados como fracos.

As mães que se dedicam mais os filhos são dondocas e desocupadas (tente fazer o mesmo).

As crianças não são prioridade do governo.

 

Mas se a gente olha em volta, de que é feito o mundo?

De um monte de coisas, não é?

E o que cria essas coisas?

 

AS PESSOAS.

 

São as pessoas que fazem o mundo que vivemos. Tirando a parcela que cabe à natureza pela nossa existência, o resto é feito por mãos humanas.

Mas a sociedade continua tratando a parentalidade como algo sagrado e pessoal e as crianças são apenas consideradas como filhos. Diferenciar filhos e pessoas talvez seja fundamental. Talvez precisemos parar de criar nossos filhos para passarmos a criar PESSOAS.

Isso muda tudo.

Quando a gente fala de filhos, fica aquela coisa sentimentalista, protecionista, paternalista. Aquela imagem da mãe que como uma galinha protege os filhos sob suas asas. E aí, cada um que cuide do seu. Cada um que olhe para seu rabo, cada um que lute pelo que é melhor para si e para os seus.

Mas e o mundo? Onde vão parar esses filhos que na verdade são as pessoas que vão compor, criar e modificar o mundo que vivemos? Não são elas as ferramentas primordiais da nossa vida? Não é das pessoas que depende tudo o que existe?

Então , talvez precisemos parar de criar os filhos e criar pessoas.

Nos conscientizar que criar pessoas de qualidade é fundamental para o mundo que vivemos e que vamos viver.

Criar pessoas precisa de tempo e dedicação como qualquer outro trabalho.

E se criar pessoas é algo tão difícil, então, demanda dedicação e esforço como todo trabalho difícil.

Não podemos mais ficar olhando para as crianças e colocando-as em última prioridade como se elas fossem menos importantes que nosso trabalho, que nosso lazer, que nosso qualquer outra coisa que tenhamos para fazer.

Criar pessoas é a coisa mais importante do mundo.

 

 

 

[image free: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Library_of_Congress_-_Rural_school_children,_San_Augustine_County,_Texas_%28LOC%29_%28pd%29.jpg#filelinks]

Elogie do jeito certo.

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante[1]. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” … e outros elogios à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” … e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.

Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo… você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram… você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito  legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.

Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.

 

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MARCOS MEIER é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.
Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br e seus livros no www.kapok.com.br.

[1] Notícia veiculada na revista Galileu de jan de 2011.

 

Carta aberta às mães e pais

Diante de uma semana tão complicada e difícil, um grupo de mães escreveu uma carta. Não temos a intenção ou pretensão de saber ou entender ou resolver a gravidade de tudo o que aconteceu. A dor nos levou a pensar em plantar uma semente de amor. Porque só o amor salva e precisamos ter uma fé inabalável nesta verdade absoluta.

O presente, um dia foi uma criança.

As crianças são o futuro.

Que futuro terão nossos filhos?

Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.

A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,

temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?

O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é?

Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!

Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br

Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com

Letícia Dawahri http://sorrisosdaalma.blogspot.com

Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com

Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com

Se você gostou do conteúdo e quer se juntar à nós, publique esta carta agora em seu blog e vamos todos juntos mostrar que queremos uma sociedade melhor e que estamos prontos para o desafio de criar pessoas melhores.

Não tem blog? Mande a carta por e-mail aos amigos, dissemine esta idéia.

Além disso, vamos imprimir e levar para a escola de nossos filhos para conseguir que ela seja distribuída nas agendas  aos outros pais. Vamos agir, vamos movimentar a sociedade. Vamos mostrar a importância que a presença dos pais tem na vida das crianças, futuros cidadãos.

Vieram nos chamar, nós estamos aqui, o que é que há!

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Quem já publicou:

  1. http://ombudsmae.blogspot.com/2011/04/o-que-podemos-fazer.html
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