Um talento atormentado

020962181-gdh00Morreu Michael Jackson.

Um negro talentoso que se tornou branco e sempre negou que estivesse fazendo tratamentos para clarear a pele. Só isso já é  demasiadamente triste, uma pessoa que não se aceita.

Teve tudo que todo mundo poderia desejar: dinheiro, fama, realização e reconhecimento profissional. Morou na Terra do Nunca, ou melhor, a Terra do Nunca, foi dele. Mas não bastou para lhe trazer felicidade.

Eu fui fã de Michael Jackson, e dancei ao som de suas músicas, embevecida com seu talento, com sua voz. Podem falar o que for, ele fez coisas muito diferentes e interessantes.

Meus filhos não conhecerão Michael Jackson, só o mito. Como eu não conheci o Elvis, só o mito. Porque quando o Elvis morreu, eu tinha, sei,lá…uns oito anos e sinceramente, não tenho nenhuma referência dele em vida. Mas para mim é o homem mais bonito que existiu. Elvis tinha uma plástica perfeita, parecia um boneco de tão bonito.  Morreu sozinho também, deprimido, drogado.

O que Michael conseguiu, poucas pessoas conseguirão. É um mito, e que provavelmente não vai morrer como o Elvis, Carmem Miranda, Lennon.E Maddona também não deve morrer.

Mas o que me chama atenção em toda a sua trajetória, além dos escândalos, além dos casos de pedofilia, além das loucuras com os filhos e da própria loucura é a alma atormentada. Viciado em medicamentos, este homem idolatrado que conseguiu fazer uma fortuna incalculável (e uma dívida tmbém) conseguia ter problema de baixa auto-estima.

Que ele nos sirva de exemplo quando pensamos em dar tudo aos nossos filhos, quando achamos que fama abre todas as portas, que compra a felicidade, quando pensamos que nossos filhos tem que ser competitivos para conseguir projeção e sucesso em suas vidas.

Ele teve tudo (menos o que realmente  importa). E não foi feliz.

Que descanse em paz.

Pessoas que fazem diferença no mundo

Um belo caso de inovação social

Howard Weinstein é um empreendedor social realmente inovador. Howard é canadense, criou uma empresa de aparelhos auditivos em Botsuana e está reproduzindo o negócio no Brasil. O aparelho criado por ele custa bem menos que os modelos disponíveis no mercado, tem baterias recarregáveis a energia solar e é fabricado, em algumas etapas, por deficientes auditivos. O modelo deu certo em Botsuana e ganhou notoriedade internacional. Já rendeu ao empreendedor um prêmio humanitário da Academia Americana de Audiologia, em maio deste ano.

(Fonte: http://www.empresaverde.globolog.com.br/)

Leia a reportagem da Revista Época aqui).

Tinha tudo para ser uma infeliz

Oprah Winfrey é uma mulher muito conhecida e admirada. É apresentadora de televisão norte-americana, vencedora de múltiplos Prêmios Emmy pelo seu programa The Oprah Winfrey Show, o talk show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Ela é o exemplo perfeito de mulher da nossa época, multi-funcional, sendo também uma influente crítica de livros, uma atriz indicada para um Óscar pelo filme A Cor Púrpura, e editora da revista The Oprah Magazine.

Mas Oprah Gail Winfrey tinha tudo para ser uma infeliz. A mãe, de 18 anos, engravidara casualmente e tão logo se recuperou do parto, a jovem abandonou a bebê na porta da casa do amante e sumiu. Aos 3 anos, precoce, recitava versinhos na igreja e aprendeu a ler sozinha (em alguns lugares informa que foi com a ajuda da avó). Mas apesar de esperta e comunicativa, foi rejeitada por ser obesa e ter uma inteligência acima da média.

Excluída, sem mãe nem pai e sem brinquedos nem amigos, ela tinha tudo para ser uma traumatizada. Mas buscou alento nos livros e nos estudos da Bíblia. Farta do jardim de infância, escreveu uma carta pedindo à professora para pular aquela etapa porque “não se sentia à vontade com as colegas da sua idade”.”Sou o que sou porque me agarrei aos estudos”, diz. a dama da TV muito conhecida e admirada, só usou os primeiros sapatos aos 6 anos e com apenas 9 anos, a estrela foi estuprada pelo primo, que passou a molestá-la a partir dali.

Aos 14 anos, grávida mas cheia de esperança, resolveu mudar o rumo de sua vida. Abraçou os estudos e ganhou uma bolsa num colégio particular frequentado por jovens brancos e ricos. Tornou-se popular pelas notas, a simpatia e a determinação. Nessa época, venceu um concurso cujo prêmio era visitar uma rádio local. Lá, os directores encantaram-se com a voz dela e abriram-lhe o caminho da fama.

De acordo com a revista Forbes, Oprah foi eleita por três anos seguidos a mulher negra mais rica do século XX e a negra mais filantrópica de todos os tempos. The Oprah Winfrey Show é o talk show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Oprah ganha cerca de 50 milhões de dolares por mês e sua fortuna é estimada em mais de mais de US$2.5 bilhão .

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Eu não sei se tudo isso aí é verdade. Recebi uma parte por e-mail, meu interesse foi despertado porque eu já falei dela algumas vezes aqui. Dei uma buscar em seu nome e tirando a Desciclopédia que disse que ela é filha de Taís Araujo com Lázaro Ramos (rs), não encontrei nada de comprometedor a seu respeito. Portanto, se uma parte disso tudo for verídica, ela já está de parabéns e serve como um grande exemplo para muitos. Sou fã dela desde que vi pela primeira vez, no filme A Cor Púrpura aos 17 anos de idade numa madrugada insone que se prolongou até o amanhecer já que o filme tem quase 3 horas de duração. Tomara que seja, porque seria muito bom ter uma pessoa tão rica que faça genuinamente o bem a outras pessoas.
Eu acredito que todos nós somos capazes de fazer qualquer coisa e conseguir qualquer coisa. Mas existem situações particularmente mais difíceis e realizações tão “megas” que chego a acreditar que determinados destinos são pré-determinados por alguma missão que vai além da nossa vã compreensão. Nestes casos, realizar depende de outros fatores além da força de vontade. Mas é sempre bom ver e ter exemplos de superação e de pessoas que conseguem tudo a partir de nada, ou quase nada.

________________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa

Dia do Professor e superação: tudo é possível

Hoje, comemoramos o Dia do Professor e como ando inspirada por histórias de superação e acredito que todas elas são uma profunda inspiração para todos nós, segue uma linda história de uma professora surda.

De fato, todos podem tudo quando querem.

Parabéns aos professores que exercem sua vocação com profissionalismo, competência, dedicação e amor. E muito obrigada.

Se não conseguiu ver o vídeo, clique aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM896133-7823-PROFESSORA+DA+LICAO+DE+VIDA+E+CONQUISTA+A+ADMIRACAO+DOS+ALUNOS,00.html

Você pode

Para começar a semana e que ninguém duvide do que cada um de nós pode fazer.

Pensamentos que nos fazem pensar…

«Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,temos de começar pelas crianças.»

- Gandhi

Belo exemplo a ser seguido !

Colin Farrell bate em carro e deixa bilhete de desculpas
Ator bate em carro parado e deixa um bilhete com pedido de desculpas e número de telefone
Quem Online

Colin Farrell deixa bilhete após bater em carro, em HollywoodO ator Colin Farrell dá exemplo de como ser civilizado. Ele bateu na traseira de um carro estacionado próximo ao hotel Chateau Marmont, em Hollywood. Como o dono do veículo não estava, em vez de ir embora e fazer de conta que nada tinha acontecido, o ator deixou um bilhete com pedidos de desculpas e o número de seu telefone. O site americano “TMZ” divulgou uma foto do carro e do bilhete escrito pelo ator. Na nota Farrell diz que tem más notícias, pede desculpas e afirma que seu seguro cobrirá o estrago. O número do celular vem logo abaixo com a assinatura do ator.

Pessoas que fazem diferença no mundo

Nicholas Winton jamais teve uma surpresa tão grande quanto a que estaria por vir. Durante o terror vivido na Alemanha nazista, ele salvou a vida de 669 crianças. Mas perdeu totalmente o contato com elas. As crianças viraram adultos. O dia do reencontro chegou. A história de Winton é feita de lances incríveis. Discreto, jamais quis ser visto como herói: preferiu guardar em segredo o bem que fez. Não disse nem à mulher que tinha salvado a vida de tantas crianças. Ao arrumar o sótão de casa, a esposa descobriu, por acaso, um velho álbum, coberto de poeira. Lá estavam fotos de crianças, cartas e telegramas e uma lista com nomes e datas. Quando procurou saber, a mulher de Winton descobriu que aquelas eram crianças que tinham sido salvas por ele. O que teria acontecido com essas crianças? O bem que Winton fez rendeu frutos. O futuro transformou aquelas crianças em escritoras, cineastas, engenheiros, guias turísticos, jornalistas, biólogos, políticos, enfermeiros, editores, professores… A lista é enorme.

Férias na Thecoslováquia
Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Thecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo: a Thecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha Nazista. Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes. Somente a Inglaterra e a Suécia aceitaram receber aquelas crianças. Winton organizou a viagem. Era uma decisão difícil: para escapar do horror nazista, as crianças teriam de ser mandadas para longe dos pais. O embarque das crianças nos trens que as levariam para longe teve momentos de emoção. Uma mãe chegou a subir no trem para pegar a filha de volta. Mas mudou novamente de idéia e terminou deixando que ela embarcasse. “Nunca me esqueci da angústia que pude ver no rosto dos meus pais”, diz uma das mulheres que foram resgatadas.

Despedida
As crianças que partiram para um lugar seguro, a Inglaterra, não sabiam, mas jamais veriam os pais de novo. A maioria dos pais morreria nos campos de concentração nazistas. “Nós ouvíamos falar sobre a possibilidade de que nossos pais tivessem sido enviados para os campos, mas alimentávamos a ilusão de que talvez eles tivessem escapado”, diz uma sobrevivente. “Eu entendi que não veria os meus pais de novo, é difícil falar, desculpe. Sempre acreditei que a família é o que existe de mais importante”, confessa um homem, que um dia foi uma das crianças salvas por Winton. “Guardo a carta que meus pais me mandaram dias antes de serem enviados para um campo”, diz. Se é verdade que quem salva uma vida salva a humanidade, o que dizer de quem salva 669 vidas? Quando desembarcaram na Inglaterra, lá estava Nicholas Winton esperando por elas. Uma imagem rara registra o herói na plataforma de desembarque com uma das crianças. Winton só lamenta que o último trem, que traria 250 crianças, não tenha conseguido sair da Tchecosváquia: o início da guerra, no dia 1º de setembro de 1939, tornou a viagem impossível. Nenhuma das crianças que não conseguiram embarcar sobreviveu. Também foram mandadas para os campos de extermínio. Winton se alistou na força aérea. As crianças que tiveram tempo de embarcar para a Inglaterra na caravana organizada por Winton foram encaminhadas para casas de família e abrigos.

Retribuição
Winton nunca falou sobre o que tinha feito. Espalhadas por vários países, as crianças cresceram sem ter notícias do bem feitor. As crianças se tornaram adultos generosos. “Para expressar a gratidão pelo que aconteceu comigo, tento ajudar os outros”, diz outro sobrevivente. “Adotei três crianças”, completa um homem. “Hoje, trabalho dois dias por semana como voluntário num hospital infantil”, revela um engenheiro. “Uma das melhores características do ser humano é a decência. Nicholas é uma dos seres humanos mais decentes que conheci”, diz o jornalista salvo por Winton. Desde que a história de Winton se tornou pública, ele começou a receber todo tipo de homenagens. A rainha da Inglaterra chamou-o ao palácio para entregar uma condecoração. O governo da Tchecoslováquia fez uma grande homenagem. O presidente dos Estados Unidos mandou uma carta de elogios e agradecimentos. Mas o agradecimento mais comovente veio daqueles que Winton um dia salvou da morte certa. Um programa de TV inglês encheu o auditório de sobreviventes que foram salvos por ele quando eram crianças, mas nunca o tinham encontrado. Primeiro, a apresentadora do programa avisou a Winton que a mulher sentada ao lado tinha sido uma das crianças que ele salvou. A apresentadora pede: “Quem, na platéia, teve a vida salva por Nicholas Winton, fique de pé, por favor…” O agradecimento vem em forma de aplausos demorados e lágrimas. Tanto tempo depois, só havia uma palavra a dizer a ele: “obrigado”.

Fazer o bem
O que é que o herói discreto tem a dizer sobre o que fez? Aos 98 anos de idade, Nicholas Winton gosta mesmo é de ficar em casa, longe da agitação das grandes cidades, no interior da Inglaterra. Tudo o que quer é cuidar do jardim. Usa o tempo livre para ajudar um asilo. Por que o senhor guardou segredo? Nicholas Winton: Não é que eu tenha ficado em silêncio. O que aconteceu é que eu não tinha o que dizer sobre o que fiz. O senhor se considera um herói? Winton: Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não. Mas fazer algo que todo mundo achava impossível não é um gesto heróico? Winton: Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer. Qual foi a lição que o senhor tirou de tudo o que viveu? Winton: Aprendi que nossa vida não é o que a gente espera. Todas as coisas importantes acontecem por acaso. Aconteceu de eu estar na Tchecoslováquia na hora certa. Tive a idéia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar. Com que freqüência o senhor pensa nas crianças que não conseguiram escapar? Winton: Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou serem mortas. Não se ouviu falar daquelas crianças. Se tivesse a chance de se dirigir agora aos que o senhor salvou, o que é que o senhor diria? O senhor acha que fez o mundo um lugar melhor? Winton: É preciso mais do que um Nicholas Winton para fazer do mundo um lugar melhor. Mas tudo é uma questão é uma visão. Quase todas as crianças que salvei estão envolvidas hoje em trabalhos de caridade. Estão fazendo o bem. O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: “Hoje, eu não fiz nada de mal”. O importante é chegar em casa e dizer: “Eu hoje fiz o bem.

Atualmente circula na República Tcheca um abaixo-assinado pedindo que Nicholas Winton receba o prêmio Nobel da Paz.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL237574-5602,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM768987-7823-N-A+HISTORIA+DO+HOMEM+QUE+SALVOU+CRIANCAS+DA+MORTE,00.html

GREEN CARD

Está acontecendo um movimento de retorno de brasileiros em condição ilegal ou irregurlar, nos Estados Unidos. Como o governo americano não aprovou a lei que legalizava estes imigrantes (e de outros países também) esses brasileiros ficaram com medo e decidiram retornar.

Muitos sonhos foram desfeitos e outros finalmente sairam do campo das idéias.

É uma situação meio confusa. Mesmo sendo ilegais estes imigrantes tem direitos. Conseguem comprar imóveis, carros, tem filhos (que recebem a cidadania americana) os colocam em colégios públicos e tem acesso a saúde gratuita, mas nunca se sentem tranquilos pois sabem que a qualquer momento o Serviço de Imigração Americano pode encontrá-los e deportá-los. Eles não tem carteira de motorista, conta em banco, cartao de crédito, cartão fidelidade, não fazem crediário, entre outras coisas.

Também não conseguem voltar ao Brasil, aliás até podem, mas não entrarão de novo nos Estados Unidos, pois possivelmente seus vistos serão cassados.

Na maioria das vezes trabalham muito, para fazer dinheiro e enviar para o Brasil, e mesmo tendo curso superior vem para cá realizar tarefas que no seu país de origem talvez não o fizessem. São faxineiras, babás, pedreiros, pintores, limpadores de jardim, motoristas de caminhão, entregadores de mercadoria, etc. E muitos, mas muitos tem curso superior e até mesmo mestrado. Uma pequena parcela já vem para cá com trabalho garantido, como é o nosso caso, já que a empresa que meu marido trabalha o transferiu para cá.

O motivo de saírem de seu país de origem é sempre o mesmo. No Brasil é alegada a falta de oportunidade financeira e profissional, insegurança, falta de esperança no futuro.

Fico imaginando a cabecinha dos filhos destes brasileiros que vieram muito pequenos para cá ou nasceram aqui e agora tem que voltar.

Assisti alguns programas realizados pela Globo Internacional onde eram entrevistados pessoas que estão nesta situação e fiquei espantada com um brasileirinho de 12 anos que está a sete e disse que está dividido com a volta para o Brasil.

Ele disse estar preocupado com seus estudos e as oportunidades profissionais fora dos Estados Unidos.

Ele só tem 12 anos e já pensa nisso!

É difícil conversar com meus compatriotas que estão nesta situação. Se sentem injustiçados. Eu também entendo, já que eles estão realizando trabalhos que os americanos não querem realizar. E se por alguma obra mágica todos os imigrantes ilegais que estão aqui voltassem para seus países os Estados Unidos parariam. Pois são eles que carregam este país nas costas.

Mas eu também entendo que o país não pode ficar parado vendo entrarem tantas pessoas de forma não legal e exigirem tantos direitos e muitas vezes não tendo obrigações.

É muito complexo. Envolve muitas emoções e frustrações.

Mas vale comentar como as vezes se faz de tudo um pouco para conseguir melhorar nosso futuro. Deixa-se a família, os amigos, a lingua, o clima, os códigos sociais a que se está acostumado… a pátria.

Arruma-se forças não se sabe da onde para buscar este futuro melhor.

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Cristiane A. Fetter

Bronca no Governador

. “O problema é a falta de equipamento. Os médicos até tentam salvar meu irmão, mas do jeito que está, não conseguem. Nós votamos no senhor, confiamos no senhor, mas não foi para isso, não! (d. Vera)

Essa foto saiu ontem ou ante-ontem num jornal do Rio. O governador do RJ, Sérgio Cabral visitou, visivelmente constrangido, os hospitais públicos da capital.
E levou bronca da D. Vera que fez civilizadamente seu papel de cidadã.
Ah….precisamos de mais d. Veras!
Palmas também para o governador (porque, não?).
Visitando hospitais depois de eleito, demonstrando constrangimento e ouvindo a bronca, CALADO, e respeitosamente olhando nos olhos da eleitora.
Agora, esperamos as providências.