Vitaminas e Minerais Leite Materno: maior absorção; ferro é absorvido de 50-75%;contém mais selênio (antioxidante);
Buscar no blog
Fazemos diferença no mundo

Vitaminas e Minerais Leite Materno: maior absorção; ferro é absorvido de 50-75%;contém mais selênio (antioxidante);
A amiga Maria Rê, postou em seu blog Fogão Azul um post falando sobre sua indignação quanto à Publicidade direcionada às crianças em produtos alimentícios. Este post, fez parte de nossa blogagem sobre o assunto, onde ela é inclusive uma das autoras. Mas ela não parou apenas no texto, ela ainda nos brindou com uma receitinha básica para se fazer iogurte em casa, sem complicação, mais barato e sem embalagens para poluir o meio ambiente. E melhor: sem corantes, conservantes, acidulantes e “purgantes” que só prejudicam a nossa saúde e a saúde da crianças.
Não pudemos deixar de experimentar a receita!
Tenho em casa uma iogurteira antiiiiiiga da Arno em casa e ela precisa ficar ligada por 9 a 12 horas para fazer o iogurte.
Na receita da Maria Rê basta uma pequena aquecida no leite.
Fazer iogurte é muito, muito fácil.
Aqueça 1 litro de leite (integral é melhor). Se tiver um termômetro é só aguardar chegar em 45°. Se não tiver, não tem problema. Quando começar a ferver, desligue o fogo e espere esfriar até que consiga deixar seu dedo mindinho dentro do leite por 10 segundos (lave bem as mãos antes, purfa). Nessa hora, coloque num pote de vidro ou panela de inox uma colher de sopa (não mais do que isso!) de iogurte natural. Despeje o leite e misture bem. Cubra, enrole num pano de prato ou toalha e coloque num local protegido de variações bruscas de temperatura – o ideal é o forno desligado, mas pode ser um armário. Depois de 8 horas, desembrulhe e coloque na geladeira. O iogurte já está pronto.
Você pode consumi-lo puro, adoçar a seu gosto, bater com frutas, usar de base para molho de salada, usar como substituto para o leite em algumas receitas…tantas possibilidades!
Atente para o seguinte:
- Leite integral, além de mais saudável, deixa o iogurte mais cremoso.
- Use apenas uma colher de sopa de iogurte para 1 litro de leite, não mais do que isso.
- Procure um iogurte que tenha a menor quantidade de porcarias possível para usar como base. Evite os que têm gelatina, leite em pó, amido e outros tipos de espessante.
- Guarde sempre uma colher de sopa do iogurte que você produziu para usar na próxima leva. Você nunca mais precisará comprar os potinhos plásticos poluentes de novo!

Esta aí, o iogurte pronto. Dividi nos potinhos de vidro da iogurteira -que não precisou ser usada- , ótimos para acondicionar alimentos e claro, reutilizáveis. Cada potinho, adicionado das frutas, tem rendido 4 (isso mesmo, quatro!) porções. Já fizemos batido (no triturador do mixer) com ameixas secas e açúcar e outro de morangos frescos e mel (para substituir o açúcar). Ambos ficaram com uma coloração linda, perfeita, sem nenhum corante ou flavorizante artificial.
Ficaram simplesmente deliciosos! Absolutamente, saudáveis e naturais!
Meus parabéns e agradecimento carinhoso à Maria Rê que nos autorizou a postar a receita e nos brindou com essa dica!
Ana Maria Braga que nos aguarde!!!
Outro dia falamos do Açúcar, lembram?
Hoje vamos falar de Sal.
“Existem dois tipos básicos de sal: o marinho e o da rocha (sal-gema). O sal marinho é extraído pela evaporação da água do mar e o de rocha, retirado de rochas subterrâneas resultantes de lagos e mares antigos que secaram. Do ponto de vista químico não há nada de especial para um tipo de sal ser mais caro que outros. Em seu estado puro consiste de cloreto de sódio e é abundante na natureza . Já na forma física existem diferenças, principalmente na granulação. Em alguns casos, são adicionadas substâncias ou temperos ao sal para uso culinário. Conheça cada um deles:
Sal de cozinha, de mesa ou refinado – É o mais comum e o mais usado no preparo de alimentos. De acordo com as leis brasileiras, o sal de cozinha deve ser acrescido de iodo para se evitar o bócio.
Sal marinho – Há diversos tipos de sal marinho, dependendo de sua procedência, e a cor de seus cristais pode variar. Bastante usado na cozinha macrobiótica, pode ser colocado num moedor e moído na hora.
Sal grosso – Produto não refinado apresentado na forma que sai da salina. Em culinária é usado em churrasco, assados de forno e peixes curtidos.
Sal light – É um produto com reduzido teor de sódio, fruto da mistura de partes iguais de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Ideal para pessoas com dietas restritivas ao sal.
Sal Kosher – Sal com cristais grossos e irregulares podendo ser extraído de mina ou do mar, desde que sob supervisão de rabinos. Como sua granulação é mais grossa, é preferido pelos chefes de cozinha, pois adere com maior facilidade à superfície de carnes.
Sal de Guerande – Considerado o melhor do mundo, esse sal tem produção artesanal. Extraído na cidade de Guerande, região da Bretanha, na França, é um condimento caro. A versão especial desse sal é chamado “fleur du sel”, ainda mais rara.
Sal defumado – Tem sabor e aroma peculiares que dão toque especial às preparações.
Sal de aipo – Sal de mesa misturado com grãos de aipo secos e moídos. É utilizado para dar sabor aos grelhados de peixe ou de carnes e em caldos de consomés. Pode ser usado para temperar o suco de tomate e outros coquetéis de legumes.
Gersal - É muito utilizado na cozinha macrobiótica. Trata-se do sal misturado com sementes de gergelim tostadas e amassadas.
Muito se fala sobre a relação entre o consumo de sal e a hipertensão arterial. O tradicional sal de cozinha é composto em média de 40% de sódio e 60 cloreto, isto é, em 100 gramas de sal você encontra 40 gramas de sódio e 60 gramas de cloreto.Segundo a Organização Mundial de Saúde, a recomendação diária de sal para um adulto é de 6 gramas. No entanto, estudos apontam que o consumo médio diário de sal do brasileiro é de 15 gramas. Como você pode observar, o consumo está muito acima do recomendado.A alta ingestão de sal está fortemente relacionada ao risco do desenvolvimento da hipertensão.Infelizmente consumimos muitas vezes o sódio sem perceber. Quase todos os produtos industrializados apresentam essa substância –principalmente os enlatados, as conservas e os embutidos, como salame, presunto, mortadela, entre outros.
O sal iodado é aquele onde foi adicionado iodo, ou na forma de iodeto (iodetado) ou na forma de iodato (iodatado).O iodo serve para prevenir distúrbios causados pela supressão deste elemento de nossa alimentação, os chamados DDIs. DDIs são Distúrbios por Deficiência de Iodo, são problemas de saúde, tais como: o bócio, abortos prematuros, retardos mentais, etc. Para consumo humano, é considerada adequada, para um adulto, a ingestão de 0,15 mg de iodo por dia.
O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma industria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.
Durante a “fabricação” na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de “controle”. No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc. O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.
Depois de empobrecido, o sal industrial é “enriquecido” com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais “saltinhos”), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei…
Observação Importante:
O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20% de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas industrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN). Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar. Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas. Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal elementos presos entr
e os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.
O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como “sal gema”. Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo. ”
——–
Infelizmente, eu raramente encontro sal marinho moído para comprar e acredito que isso aconteça com a maioria das pessoas. Além disso, as embalagens de sal são confusas e com informações incompletas. Já encontrei muita embalagem escrita sal marinho e ter a sensação de ser sal refinado comum. Deveria constar: sal marinho moído, porque o refinado é justamente o que queria evitar.
O sal de Guerande é o melhor, mas nunca achei para comprar.
Uma opção, é usar o sal grosso que não passa pelo processo de refinamento.
_____________________________________________________________________________ Ana Cláudia Bessa
Fontes:
http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/default.asp?page=http://www.falecomfleischmann.com.br/culinaria/dicas_do_padeirito/informacoes_de_nutricao_interna.asp?id=429
http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/nutricaoesaude/ult696u171.shtml
http://www.portalverde.com.br/alimentacao/perigos/salmarinhoXrefinado.htm
http://pat.feldman.com.br/?p=123
Quem comenta