Como comprar roupas pela internet

Muita gente tem dúvida ao comprar roupas pela internet.

Dê uma olhada nas medidas que devem constar nas informações do site  e compare com as roupas que você usa.
Olhe as nossas medidas, está tudo no site para consulta, sempre que precisar.

Basta medir sua camiseta, ou a camiseta que serve nos filhos e comparar com as medidas indicadas.

Não tem erro!

Camisetas

Infantil

Tamanho 1 2 3
1 ano 45cm 37cm 29cm
2 anos 48.5cm 39,5cm 31cm
4 anos 55cm 43cm 33,5cm
6 anos 61,5cm 48cm 36cm
Adulto
Tamanho 1 2 3
P(esgotada) 86cm 65cm 52cm
M 89cm 68cm 55cm
G 92cm 75cm 57cm
GG 96cm 78cm 60cm

Bonés Infantis

Perímetro mínimo máximo
Boné Gominho 47cm 56cm
Boné Quepe 44cm 53cm

Sacolas Reutilizáveis e bolsas


Ecobags Altura Comprimento Largura
Bolsa Poá vertical 44cm 45cm 9 cm (fundo)
Bolsa Poá/Bolsa aplicada 35cm 43cm 14cm
tecido 50% PET 38cm 45cm 15cm
100% PET – vertical 40cm 31cm 14cm
100% PET – horizontal 40cm 45cm 14cm (fundo)
JUTA 37cm 40cm 18cm
Bolsa Escolar Infantil 24 cm 37 cm 8 cm (fundo)
Ecobag Iza tam P 35 cm 43 cm 14 cm
Ecobag Iza tam M 35 cm 43 cm 27 cm

Como fica a responsabilidade socioambiental na hora de comprar roupas?

Você já pensou sobre o impacto que suas roupas e calçados podem ter gerado na Natureza, seja através de processos químicos aplicados aos materiais, mão de obra irregular ou a emissão de poluentes devido ao transporte das matérias primas e, depois, do produto acabado até a loja?

A proposta é nos questionar: de onde vem a roupa e o calçado que utilizo? Será que segue preceitos ecológicos? Será que as pessoas envolvidas no processo de fabricação tem condições “humanas” de vida e trabalho?

Se você é daqueles que transformou penso, logo existo de René Descartes em “consumo, logo existo”, está na hora de sentar-se como aquela famosa estátua de Rodin “O pensador” , colocar a mão na consciência e mudar alguns hábitos.

Algumas dicas para vestir-se com responsabilidade socioambiental:

  • Se questione sobre a real necessidade de adquirir mais uma peça de roupa ou calçado; ou se está comprando por impulso, ou só “para ficar na moda”
  • Opte por produtos brasileiros, melhor ainda se forem da sua região, não apenas para promover o crescimento regional mas porque menos combustível foi queimado para levar o produto até o ponto de venda, ou seja, até suas mãos;
  • Opte por produtos com selos ambientais e sociais como amigo da criança, orgânico,  comércio justo (fair trade);
  • Se a roupa não serve mais doe para familiares, amigos, ou instituições de caridade. Com esse gesto você aumenta o tempo de vida de uma peça, reduz a geração de lixo e a demanda por algodão convencional;
  • Se tiver criatividade e o dom da costura, ou conhecer alguém que o tenha, transforme a peça de roupa usada em uma “nova”;
  • Não tenha receio de comprar e vender roupas em um brechó, você pode encontrar lindas peças nesses locais por um preço ótimo.
  • Se o colégio onde você ou seus filhos estudam exige o uso de uniforme, promova junto a diretoria uma feira de trocas no final do ano, para que os alunos possam trocar seu uniforme que ficou pequeno, por um maior. Havendo a troca anual, todos cuidarão melhor de suas roupas.
  • Desconfie: o produto está muito barato? Hum… ele pode ter sido produzido por mão de obra irregular (crianças, trabalho escravo, ou qualquer outra possibilidade). Tente se informar sobre a origem do produto, políticas de responsabilidade e existência de fiscalização ou auditoria. Lembre-se, o que está na moda é ser responsável e não a nova “bermuda-frisada-em-verde-bandeira.”
  • Você sabia que a Internet é um ótimo lugar para trocar roupas? Existem vários brechós online, dê uma olhada.
  • Lembre-se dos famosos 3 Rs: Reduzir (é mesmo necessário comprar?); Reutilizar (posso reaproveitar a peça com um reparo ou uma mudança que a torne interessante novamente?) Reciclar (troque, doe, venda, faça a peça circular – de nada adianta mantê-la no armário acumulando poeira, faça a energia circular!). E quando não houver mais jeito? Ainda existe uma opção: que ela vire então, um belo pano de chão.

Para saber mais:

  • ecotece.org.br – Aborda cadeia produtiva, ciclo de vida do vestuário e matérias-primas sustentáveis;
  • cemporcentocerrado.com.br – A 100% Cerrado é uma associação formada por artesãs, costureiras e bordadeiras residentes em diversas cidades satélites do Distrito Federal, coordenada pelas estilistas Sandra Maria e Sônia Reis. Elas buscam a identidade da moda de Brasília e procuram valorizar e divulgar os recursos naturais do cerrado, além de promover a comunidade local. Existem muitas comunidades similares pelo país, procure a mais próxima!
  • buscabrecho.com.br agrupa uma rede de brechós virtuais de venda e troca de roupas.
  • sindicato-brechos.blogspot.com sindicato dos brechós online

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Este é o primeiro post de Carolina Idalino, uma das novas colaboradoras do blog eco4planet. Karolidalmo “possui graduação em Ecologia e mestrado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem trabalhado nos últimos anos com permacultura, horta orgânica, recomposição de mata ciliar e cadastro de matérias e artigos científicos ambientais no site Ciência a Mão.”. Seja bem-vinda!

Texto original: http://blog.eco4planet.com/2009/12/como-fica-a-responsabilidade-socioambiental-na-hora-de-comprar-roupas/

Mania de reaproveitar

estojowww

Meu marido precisou fazer a bainha em uma calça jeans e eu pedi que trouxesse a sobra para casa. Ele, que já está acostumado comigo e minha mania de tentar reaproveitar TUDO,  nem esquenta de pagar este mico…rs… Lembram do armário das crianças que transformamos em armário de cozinha? Olha ele aqui.

Eu não tinha idéia do que faria, pensei numa colcha de retalhos, num detalhe numa roupa ou calça mas a idéia genial veio dele mesmo, transformar num estojo.

Então, na minha aula de costura, levei as bainhas, a idéia e fizemos de duas maneiras: uma apenas colocando o fecho e costurando o fundo (nessa ordem) e a outra desfazendo a bainha da barra da calça e depois colocando o fecho e costurando o fundo.

A primeira opção ficou melhor pois o acabamento ficou mais caprichado e estéticamente mais bonito. A segunda opção,  não ficou tão bonita mas gerou um estojo mais espaçoso.

Não ficou bacana?

Agora, podem ter certeza que todas as bainhas vão virar estojos e necessaires. Muitas calças das crianças que podem virar bermudas para que usem por mais tempo, terão suas bainhas reaproveitadas. Se forem muitas? A gente vende, oras? Não quer vender, pode-se sempre colocar num bazar beneficente. Melhor que jogar as bainhas no lixo e depois ter que consumir comprando um estojo.

Reaproveitar é sempre uma opção correta para o futuro que vamos deixar para os nossos filhos! Não gera lixo e diminui o consumo.

E você, já fez reaproveitamento de coisas que normalmente iriam pro lixo?

Já encontrou uma solução criativa e inusitada?

Conta prá gente!

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